Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
A correlação histórica entre o desempenho do Ibovespa e o lucro das companhias listadas pode indicar que o movimento corretivo chegou a seu fim, é o que transparece relatório da equipe de pesquisa da corretora Bradesco.
Sem a pretensão de criar um novo modelo para estabelecimento de projeções, os analistas do Bradesco decidiram checar a consistência da relação entre os resultados das empresas e o valor do Ibovespa.
Colados
Com base nos resultados divulgados desde 1995, os pesquisadores demonstram que o desempenho nominal do Ibovespa tem acompanhado fielmente os lucros das empresas, o que gera expectativas de que o índice mire os valores das projeções.
O resultado da análise revela que o pico atingido ao fim de 2007 e início de 2008 teria extrapolado esta relação fundamental, tendo o recente movimento corretivo trazido o índice novamente para perto dos padrões históricos.
O movimento verificado no auge "pode ter sido uma reação à liquidez, IPOs, etc, mas agora o Ibovespa não está distante do que deveria ser visto como justo", diz o analista Dalton Gardimam.
De volta aos recordes?
Considerando que as projeções para as empresas cobertas por seus analistas implicam expansão de aproximadamente 18% dos lucros das empresas, próxima do valor médio registrado desde 2001, a mesma relação poderia levar o Ibovespa de volta aos recordes ainda no próximo ano.
Embora entendam não haver razões aparentes para o índice deixar de acompanhar os lucros, os analistas ressaltam que a natureza cíclica dos lucros faz com que esta expectativa seja menos segura.
Neste sentido, fatores como a influência negativa do ambiente atual sobre a visão dos investidores, bem como uma visão provinciana a respeito do mercado, podem ter peso decisivo sobre o futuro do principal índice acionário doméstico.
A correlação histórica entre o desempenho do Ibovespa e o lucro das companhias listadas pode indicar que o movimento corretivo chegou a seu fim, é o que transparece relatório da equipe de pesquisa da corretora Bradesco.
Sem a pretensão de criar um novo modelo para estabelecimento de projeções, os analistas do Bradesco decidiram checar a consistência da relação entre os resultados das empresas e o valor do Ibovespa.
Colados
Com base nos resultados divulgados desde 1995, os pesquisadores demonstram que o desempenho nominal do Ibovespa tem acompanhado fielmente os lucros das empresas, o que gera expectativas de que o índice mire os valores das projeções.
O resultado da análise revela que o pico atingido ao fim de 2007 e início de 2008 teria extrapolado esta relação fundamental, tendo o recente movimento corretivo trazido o índice novamente para perto dos padrões históricos.
O movimento verificado no auge "pode ter sido uma reação à liquidez, IPOs, etc, mas agora o Ibovespa não está distante do que deveria ser visto como justo", diz o analista Dalton Gardimam.
De volta aos recordes?
Considerando que as projeções para as empresas cobertas por seus analistas implicam expansão de aproximadamente 18% dos lucros das empresas, próxima do valor médio registrado desde 2001, a mesma relação poderia levar o Ibovespa de volta aos recordes ainda no próximo ano.
Embora entendam não haver razões aparentes para o índice deixar de acompanhar os lucros, os analistas ressaltam que a natureza cíclica dos lucros faz com que esta expectativa seja menos segura.
Neste sentido, fatores como a influência negativa do ambiente atual sobre a visão dos investidores, bem como uma visão provinciana a respeito do mercado, podem ter peso decisivo sobre o futuro do principal índice acionário doméstico.