De acordo com a economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Cornélia Nogueira Porto, a desaceleração inflacionária apontada pelos principais indicadores econômicos ainda não foi sentida pelo consumidor.
Para ela, segundo a Agência Brasil, a explicação estaria no fato de que apesar dos preços estarem caindo, os alimentos mais consumidos pelos brasileiros permanecem caros por conta das sucessivas altas sofridas nos últimos tempos.
De acordo com apuração da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os preços do arroz e do feijão caíram, em média, 1,8% e 2,7%, respectivamente, na comparação entre a primeira e a segunda quadrissemana de agosto. Pão francês (-0,15%), farinha de trigo (-2,87%), batata (-3,2%) e carnes bovinas (-0,27%) também apresentaram queda no período.
Inflação
Segundo a economista, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou 6,37% no período de 12 meses até julho. Entre os alimentos que mais sofreram acréscimos, de janeiro a julho deste ano, estão o feijão (151%), o arroz (38,7%), a farinha de trigo (52,6%), o óleo de soja (51,7%) e o pão francês (26%).
O aumento do consumo mundial e a alta na cotação internacional do petróleo teriam encarecido os insumos e o transporte das mercadorias agrícolas. Além disso, a especulação em torno dos produtos agrícolas também teria contribuído para a inflação dos alimentos. Contudo, acredita Cornélia, a tendência é que a taxa inflacionária retorne gradualmente ao nível normal.
Para ela, segundo a Agência Brasil, a explicação estaria no fato de que apesar dos preços estarem caindo, os alimentos mais consumidos pelos brasileiros permanecem caros por conta das sucessivas altas sofridas nos últimos tempos.
De acordo com apuração da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os preços do arroz e do feijão caíram, em média, 1,8% e 2,7%, respectivamente, na comparação entre a primeira e a segunda quadrissemana de agosto. Pão francês (-0,15%), farinha de trigo (-2,87%), batata (-3,2%) e carnes bovinas (-0,27%) também apresentaram queda no período.
Inflação
Segundo a economista, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou 6,37% no período de 12 meses até julho. Entre os alimentos que mais sofreram acréscimos, de janeiro a julho deste ano, estão o feijão (151%), o arroz (38,7%), a farinha de trigo (52,6%), o óleo de soja (51,7%) e o pão francês (26%).
O aumento do consumo mundial e a alta na cotação internacional do petróleo teriam encarecido os insumos e o transporte das mercadorias agrícolas. Além disso, a especulação em torno dos produtos agrícolas também teria contribuído para a inflação dos alimentos. Contudo, acredita Cornélia, a tendência é que a taxa inflacionária retorne gradualmente ao nível normal.