Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
O pesadelo vivenciado pelo setor aeronáutico neste ano deverá se estender para o próximo. Ao menos é o que indica relatório da IATA - Associação Internacional de Transporte Aéreo -, que influencia negativamente papéis do setor nesta quinta-feira (4).
Assinado pelo analista Brian Pearce, o estudo indica que as companhias de transporte aéreo em todo o mundo sofrerão perdas de US$ 5,2 bilhões até o fim de 2008, às quais serão acrescentados prejuízos de US$ 4,1 bilhões durante o ano de 2009.
Nada animador
À diferença do relatório anterior, que apresentava uma estimativa menos firmes de perdas - entre US$ 2,3 bilhões e US$ 6,1 bilhões -, baseadas em um cenário mais incerto para os preços do petróleo, a clara perspectiva global negativa aumenta os temores de investidores em relação ao desempenho do setor.
"A maior alteração no cenário foi a deterioração mais abrupta que o esperado das viagens e do transporte de carga aéreos", ressalta o estudo.
Insuficiente
Somente no primeiro semestre deste ano, os prejuízos das empresas aéreas totalizaram US$ 2,7 bilhões, resultado cruzado do aumento de custos com combustíveis e da redução do crescimento econômico nos principais mercados globais, que impacta negativamente a demanda e aumenta a pressão sobre as margens das empresas.
Nem mesmo o recente alívio nas cotações internacionais do petróleo demove a visão pessimista do relatório, pois o atual patamar implicaria preços de combustível para a aviação em US$ 136 por barril em 2009, fazendo com que representem 36% dos custos operacionais neste ano e 40% no próximo.
"Agora as projeções antecipam um período muito mais longo antes da recuperação do crescimento econômico normal. Espera-se que o próximo ano seja mais fraco que este", afirma o relatório.
O pesadelo vivenciado pelo setor aeronáutico neste ano deverá se estender para o próximo. Ao menos é o que indica relatório da IATA - Associação Internacional de Transporte Aéreo -, que influencia negativamente papéis do setor nesta quinta-feira (4).
Assinado pelo analista Brian Pearce, o estudo indica que as companhias de transporte aéreo em todo o mundo sofrerão perdas de US$ 5,2 bilhões até o fim de 2008, às quais serão acrescentados prejuízos de US$ 4,1 bilhões durante o ano de 2009.
Nada animador
À diferença do relatório anterior, que apresentava uma estimativa menos firmes de perdas - entre US$ 2,3 bilhões e US$ 6,1 bilhões -, baseadas em um cenário mais incerto para os preços do petróleo, a clara perspectiva global negativa aumenta os temores de investidores em relação ao desempenho do setor.
"A maior alteração no cenário foi a deterioração mais abrupta que o esperado das viagens e do transporte de carga aéreos", ressalta o estudo.
Insuficiente
Somente no primeiro semestre deste ano, os prejuízos das empresas aéreas totalizaram US$ 2,7 bilhões, resultado cruzado do aumento de custos com combustíveis e da redução do crescimento econômico nos principais mercados globais, que impacta negativamente a demanda e aumenta a pressão sobre as margens das empresas.
Nem mesmo o recente alívio nas cotações internacionais do petróleo demove a visão pessimista do relatório, pois o atual patamar implicaria preços de combustível para a aviação em US$ 136 por barril em 2009, fazendo com que representem 36% dos custos operacionais neste ano e 40% no próximo.
"Agora as projeções antecipam um período muito mais longo antes da recuperação do crescimento econômico normal. Espera-se que o próximo ano seja mais fraco que este", afirma o relatório.