Por: Giulia Santos Camillo
Enquanto o mercado global segue atento às novidades relativas à votação do plano anti-crise norte-americano, programada para a noite desta quarta-feira (1), o Senado apresentou alterações no pacote, mantendo a intenção central de disponibilizar US$ 700 bilhões para a compra de ativos podres de instituições financeiras problemáticas.
Entre as principais mudanças do novo plano de resgate está o aumento do teto do seguro de depósitos do FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) para bancos e instituições de crédito de US$ 100 mil para US$ 250 mil para a maioria dos depositantes.
Ao mesmo tempo em que a medida é vista como forma de ganhar o apoio dos Republicanos na votação do Congresso, ela também elevaria a responsabilidade do FDIC no caso de falências de instituições financeiras.
Dessa forma, outra mudança do plano é a extinção do limite de empréstimo do Tesouro norte-americano ao órgão regulador dos bancos de varejo do país. Assim, o FDIC poderia ter crédito ilimitado para cobrir eventuais perdas com o aumento dos seguros.
Corte dos impostos para pessoas físicas
Ainda visando aumentar a simpatia dos Republicanos em relação ao plano anti-crise, o novo desenho do pacote traz medidas relativas a impostos pagos por pessoas físicas e pelo empresariado, como corte em encargos de energia.
Da forma como atualmente é desenhado, é importante destacar que o plano anti-crise custaria mais do que os US$ 700 bilhões inicialmente previstos.
Enquanto o mercado global segue atento às novidades relativas à votação do plano anti-crise norte-americano, programada para a noite desta quarta-feira (1), o Senado apresentou alterações no pacote, mantendo a intenção central de disponibilizar US$ 700 bilhões para a compra de ativos podres de instituições financeiras problemáticas.
Entre as principais mudanças do novo plano de resgate está o aumento do teto do seguro de depósitos do FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) para bancos e instituições de crédito de US$ 100 mil para US$ 250 mil para a maioria dos depositantes.
Ao mesmo tempo em que a medida é vista como forma de ganhar o apoio dos Republicanos na votação do Congresso, ela também elevaria a responsabilidade do FDIC no caso de falências de instituições financeiras.
Dessa forma, outra mudança do plano é a extinção do limite de empréstimo do Tesouro norte-americano ao órgão regulador dos bancos de varejo do país. Assim, o FDIC poderia ter crédito ilimitado para cobrir eventuais perdas com o aumento dos seguros.
Corte dos impostos para pessoas físicas
Ainda visando aumentar a simpatia dos Republicanos em relação ao plano anti-crise, o novo desenho do pacote traz medidas relativas a impostos pagos por pessoas físicas e pelo empresariado, como corte em encargos de energia.
Da forma como atualmente é desenhado, é importante destacar que o plano anti-crise custaria mais do que os US$ 700 bilhões inicialmente previstos.