De acordo com artigo publicado na revista The Economist, os Estados Unidos deveriam abolir as tarifas às importações do etanol, reduzindo assim a sua dependência do petróleo e amenizando os efeitos inflacionários e ambientais da produção deste a partir do milho.
John McCain, ao divulgar seus planos para a diminuição da dependência norte-americana do petróleo, afirmou que as tarifas às importações de etanol, atualmente mantidas a 54 centavos o galão, deveriam ser completamente eliminadas.
Cresce o número de adeptos
Segundo o artigo, além do candidato à presidência, membros do Senado também estão tentando reduzir a política de tarifas do governo. Movimento que obteve forte apoio após as enchentes nas plantações de milho no Meio-Oeste norte-americano, impulsionando assim as cotações da commodity a patamares nunca vistos antes.
O Ato de Segurança e Independência Energética, aprovado no ano passado, deverá aumentar a sede do país pelo combustível, principalmente o brasileiro. Somente neste ano está prevista a exportação de 3 bilhões de litros de etanol produzidos no Brasil.
Oposição
No entanto, existem aqueles que são contra a expansão da produção do combustível verde, encontrando adeptos como grandes instituições internacionais preocupadas com questões ambientais, até aqueles com motivos menos transparentes, como executivos de grandes petrolíferas.
Seus argumentos são dos mais variados, englobando o desmatamento da floresta Amazônica para o plantio de cana-de-açúcar, como também o aumento do preço dos alimentos e, recentemente, as duras condições do trabalhador nas lavouras.
Fatos
De acordo com os dados apurados pelo artigo, somente sete milhões de hectares são utilizados para a produção do etanol, enquanto 200 milhões de hectares são destinados à pastagem, muitos dos quais utilizados de forma extensiva.
Em relação ao desmatamento da Amazônia, as aéreas destinadas às plantações de cana se encontram em regiões muito afastadas da floresta. Localizando-se em grande parte no Nordeste do País ou no estado de São Paulo, afirma a revista.
John McCain, ao divulgar seus planos para a diminuição da dependência norte-americana do petróleo, afirmou que as tarifas às importações de etanol, atualmente mantidas a 54 centavos o galão, deveriam ser completamente eliminadas.
Cresce o número de adeptos
Segundo o artigo, além do candidato à presidência, membros do Senado também estão tentando reduzir a política de tarifas do governo. Movimento que obteve forte apoio após as enchentes nas plantações de milho no Meio-Oeste norte-americano, impulsionando assim as cotações da commodity a patamares nunca vistos antes.
O Ato de Segurança e Independência Energética, aprovado no ano passado, deverá aumentar a sede do país pelo combustível, principalmente o brasileiro. Somente neste ano está prevista a exportação de 3 bilhões de litros de etanol produzidos no Brasil.
Oposição
No entanto, existem aqueles que são contra a expansão da produção do combustível verde, encontrando adeptos como grandes instituições internacionais preocupadas com questões ambientais, até aqueles com motivos menos transparentes, como executivos de grandes petrolíferas.
Seus argumentos são dos mais variados, englobando o desmatamento da floresta Amazônica para o plantio de cana-de-açúcar, como também o aumento do preço dos alimentos e, recentemente, as duras condições do trabalhador nas lavouras.
Fatos
De acordo com os dados apurados pelo artigo, somente sete milhões de hectares são utilizados para a produção do etanol, enquanto 200 milhões de hectares são destinados à pastagem, muitos dos quais utilizados de forma extensiva.
Em relação ao desmatamento da Amazônia, as aéreas destinadas às plantações de cana se encontram em regiões muito afastadas da floresta. Localizando-se em grande parte no Nordeste do País ou no estado de São Paulo, afirma a revista.