Por: Flávia Furlan Nunes
O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, anunciou que a alta no preço do petróleo não deve ser repassada ao consumidor. "Não passaremos as flutuações diárias internacionais do petróleo ao mercado doméstico", afirmou.
O presidente da estatal falou durante o Congresso Mundial de Petróleo, que aconteceu em Madri, na Espanha, nesta quarta-feira (2). Ele afirmou que, por outro lado, a Petrobras repassa para as refinarias as flutuações e elas pagam os preços alinhados ao do petróleo.
Gabrielli disse que a estatal tem uma política muito clara de preços, a qual segue a cinco anos. "A dinâmica da economia brasileira é muito importante para nós, como empresa, porque nosso lucro vem do crescimento do Brasil. Temos que ter cuidado ao mudar preços no mercado doméstico", afirmou.
Demanda interna
Ele afirmou ainda que a empresa produz 2,3 bilhões de barris de petróleo por dia e vende a maior parte para as refinarias no Brasil. Isso significa que a maior parte do óleo fica no País e, então, que a empresa deve ter cuidado quanto ao repasse de preços.
Sobre o consumo doméstico de combustíveis, ele explicou ser diferente do restante do mundo: menos de 50% do combustível usado é gasolina. "Com os carros bicombustíveis, os brasileiros podem ir e escolher o que querem para abastecer", afirmou Gabrielli.
Para ele, esta peculiaridade do mercado nacional faz com que acredite que não é preciso repassar mudanças do curto prazo do preço do petróleo.
O petróleo
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 144,26 no pregão desta quarta, com forte alta de 2,55% em relação ao último fechamento. Com o desempenho positivo no dia, o petróleo acumula forte alta de 2,75% neste mês de julho.
Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 53,65%, já que a commoditie encerrou o ano passado cotada a US$ 93,89 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em agosto de 2008, designado "light", que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 143,57 por barril, configurando uma alta de 1,84% frente ao fechamento anterior.
O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, anunciou que a alta no preço do petróleo não deve ser repassada ao consumidor. "Não passaremos as flutuações diárias internacionais do petróleo ao mercado doméstico", afirmou.
O presidente da estatal falou durante o Congresso Mundial de Petróleo, que aconteceu em Madri, na Espanha, nesta quarta-feira (2). Ele afirmou que, por outro lado, a Petrobras repassa para as refinarias as flutuações e elas pagam os preços alinhados ao do petróleo.
Gabrielli disse que a estatal tem uma política muito clara de preços, a qual segue a cinco anos. "A dinâmica da economia brasileira é muito importante para nós, como empresa, porque nosso lucro vem do crescimento do Brasil. Temos que ter cuidado ao mudar preços no mercado doméstico", afirmou.
Demanda interna
Ele afirmou ainda que a empresa produz 2,3 bilhões de barris de petróleo por dia e vende a maior parte para as refinarias no Brasil. Isso significa que a maior parte do óleo fica no País e, então, que a empresa deve ter cuidado quanto ao repasse de preços.
Sobre o consumo doméstico de combustíveis, ele explicou ser diferente do restante do mundo: menos de 50% do combustível usado é gasolina. "Com os carros bicombustíveis, os brasileiros podem ir e escolher o que querem para abastecer", afirmou Gabrielli.
Para ele, esta peculiaridade do mercado nacional faz com que acredite que não é preciso repassar mudanças do curto prazo do preço do petróleo.
O petróleo
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 144,26 no pregão desta quarta, com forte alta de 2,55% em relação ao último fechamento. Com o desempenho positivo no dia, o petróleo acumula forte alta de 2,75% neste mês de julho.
Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 53,65%, já que a commoditie encerrou o ano passado cotada a US$ 93,89 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em agosto de 2008, designado "light", que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 143,57 por barril, configurando uma alta de 1,84% frente ao fechamento anterior.