O Unibanco revisou sua projeção para a empreitada de aumento da taxa básica de juro brasileira - iniciada em abril - de 300 para 400 pontos-base até 2009.
A partir da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), no dia 23 de julho, o banco estima aumentos consecutivos de 0,5 ponto percentual na Selic até março do ano que vem.
Política de aperto monetário
A maior perspectiva de aumento é justificada pelo cenário inflacionário brasileiro pessimista. O relatório trimestral de inflação do Banco Central, divulgado no último dia 25, elevou a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medidor oficial da inflação brasileira, de 4,6% para 6% neste ano, afastando-a do centro da meta do CMN (Conselho Monetário Nacional), estipulada em 4,5%.
Nesse contexto, o Banco Central rompeu com sua política monetária de redução de juro já há duas reuniões, aumentando a taxa Selic em 50 pontos-base em cada uma delas. Desde maio de 2005, não havia aumentos na taxa, atualmente de 12,25% ao ano.
Dessa maneira, o Unibanco acredita que o Copom deve dar continuidade a essa tendência de alta, visando o controle do acréscimo dos preços.
15,25% ao ano em 2009
Segundo o banco, a sucessão de altas deve se manter nas seis próximas reuniões do comitê, chegando a 15,25% ao ano em março de 2009. A partir de então, a previsão é de que esse patamar seja mantido até o final do ano que vem.
Sobre a próxima reunião do Copom, o banco afirma que sua visão é diferente da de boa parte dos analistas - que esperam um aumento de 75 pontos-base na taxa básica de juro brasileira - por considerar além de suas simulações, a retórica do BC.
A partir da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), no dia 23 de julho, o banco estima aumentos consecutivos de 0,5 ponto percentual na Selic até março do ano que vem.
Política de aperto monetário
A maior perspectiva de aumento é justificada pelo cenário inflacionário brasileiro pessimista. O relatório trimestral de inflação do Banco Central, divulgado no último dia 25, elevou a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medidor oficial da inflação brasileira, de 4,6% para 6% neste ano, afastando-a do centro da meta do CMN (Conselho Monetário Nacional), estipulada em 4,5%.
Nesse contexto, o Banco Central rompeu com sua política monetária de redução de juro já há duas reuniões, aumentando a taxa Selic em 50 pontos-base em cada uma delas. Desde maio de 2005, não havia aumentos na taxa, atualmente de 12,25% ao ano.
Dessa maneira, o Unibanco acredita que o Copom deve dar continuidade a essa tendência de alta, visando o controle do acréscimo dos preços.
15,25% ao ano em 2009
Segundo o banco, a sucessão de altas deve se manter nas seis próximas reuniões do comitê, chegando a 15,25% ao ano em março de 2009. A partir de então, a previsão é de que esse patamar seja mantido até o final do ano que vem.
Sobre a próxima reunião do Copom, o banco afirma que sua visão é diferente da de boa parte dos analistas - que esperam um aumento de 75 pontos-base na taxa básica de juro brasileira - por considerar além de suas simulações, a retórica do BC.