Por Jeferson Miranda
“Há um ditado chinês que diz que se dois homens vêm caminhando por uma estrada, cada um carregando um pão e, ao se encontrarem, ele trocarem os pães, cada homem vai embora com um pão”;
Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia e, ao se encontrarem, eles trocarem as idéias, cada homem vai embora com duas idéias”.
Quem sabe é esse mesmo o sentido do nosso fazer: Repartir idéias para todos terem pão. Cortella -1998.
O inglês Martins Sorrel, dono da maior empresa de marketing do mundo, entrevistado nas páginas amarelas da Revista Veja de 08 de maio do corrente, disse que “os brasileiros são muito bons, muito criativos. O problema é que sofrem de falta de auto-estima”.
É verdade. Somos criativos, trabalhadores, mas não acreditamos que somos capazes. Sofremos de falta de otimismo, de fé. Estamos sempre achando que os outros são melhores, daí nossas realizações serem limitadas. É preciso sonhar, acreditar em nossos sonhos e lutar para realizá-los.
A falta de auto-estima limita a criatividade e embota a inteligência humana.
Diante da crise que hoje estamos atravessando, observamos que as pessoas ficam meio que “estáticas”, esperando as coisas acontecerem, acreditando que alguma mágica vai fazer as coisas melhorarem.
Na verdade “a qualidade da vida humana não é fruto das circunstâncias, mas da reação do homem a elas”. O homem não é produto do meio, pode ser influenciado por ele, mais o meio ambiente não é preponderante sobre a cultura. Na verdade o homem altera, modifica e transforma o ambiente em que vive pela ação.
Existem por toda parte, pessoas criativas que produzem riqueza do nada. Inventam, tem idéias que geram trabalho, que gera riqueza, que gera o pão de cada dia. Não fosse assim, a humanidade não progrediria.
De nada vale um gênio preso dentro de uma lâmpada. É preciso soltá-lo. A pessoa pode pensar e sonhar a vida inteira e não concretizar coisa alguma. “Os resultados são oriundos da ação”. Então, é preciso saber distinguir a pessoa eficiente da eficaz. Eficiente é aquela que faz. A eficaz é aquela que saber fazer bem feito, interagindo com outros e disseminando idéias que produzem resultados satisfatórios.
Ainda que seja eficaz, a pessoa hoje deve ser versátil e saber trabalhar em equipe, sem egoísmo, trabalhando em conjunto, privilegiando o trabalho em grupo, desenvolvendo idéias e como disse, disseminando-as. O mundo hoje não admite mais a idéia centralizada, guardada com o gênio dentro da lâmpada. A Internet é prova disso. Todos os conhecimentos estão disponíveis para o crescimento daquele que o busca.
Nessa linha de raciocínio, qual a diferença entre uma pessoa reativa ou proativa?
O reativo é aquele que não assume responsabilidades, utiliza-se de desculpas acerca de circunstâncias diversas para justiçar o seu fracasso, o seu desinteresse. Valendo citar a frase: “o empregado que não interessa a uma empresa é aquele que só faz o que mandam e aquele que não faz o que mandam”.
O proativa faz a diferença, conhece as circunstâncias, interioriza valores, cria as oportunidades, exercita seu livre-arbítrio e sua autoconsciência, exercita a qualidade para alcançar o sucesso, interage com o outro, dissemina idéias, incentiva a criatividade e realiza.
O reativo terá que ter coragem para mudar. Não é fácil sair do ostracismo, do comodismo, da preguiça, mas a hora é esta, a hora é sempre agora. É hora de optar por ações decididas, estabelecer os meios para alcançar o sucesso através de sua inteligência, sua coragem para mudar e seu talento para vencer. Para mudar, não basta o conhecimento da necessidade, terá que haver o comprometimento, a consciência, abraçar a causa da melhoria contínua. Entusiasmar-se pelo que faz, motivar-se, criar novos parâmetros de pensamento e novas neuro-associações positivas.
Optemos por ser proativo. É preciso pensar, agir, realizar para obter sucesso.
Fonte de inspiração: D.J. Estado do Espírito Santo – Ref. Bibliográfica: MORAIS José Augusto de; ALMEIDA, Othon C.Bastos.
“A coragem de Mudar. A qualidade Depende de Todos”, São Paulo IBDE (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Empresarial), 3.Ed., pp.54-59.
http://www.sinoreg-es.org.br/boletins/boletins.php?campo_nota_id=35
“Há um ditado chinês que diz que se dois homens vêm caminhando por uma estrada, cada um carregando um pão e, ao se encontrarem, ele trocarem os pães, cada homem vai embora com um pão”;
Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia e, ao se encontrarem, eles trocarem as idéias, cada homem vai embora com duas idéias”.
Quem sabe é esse mesmo o sentido do nosso fazer: Repartir idéias para todos terem pão. Cortella -1998.
O inglês Martins Sorrel, dono da maior empresa de marketing do mundo, entrevistado nas páginas amarelas da Revista Veja de 08 de maio do corrente, disse que “os brasileiros são muito bons, muito criativos. O problema é que sofrem de falta de auto-estima”.
É verdade. Somos criativos, trabalhadores, mas não acreditamos que somos capazes. Sofremos de falta de otimismo, de fé. Estamos sempre achando que os outros são melhores, daí nossas realizações serem limitadas. É preciso sonhar, acreditar em nossos sonhos e lutar para realizá-los.
A falta de auto-estima limita a criatividade e embota a inteligência humana.
Diante da crise que hoje estamos atravessando, observamos que as pessoas ficam meio que “estáticas”, esperando as coisas acontecerem, acreditando que alguma mágica vai fazer as coisas melhorarem.
Na verdade “a qualidade da vida humana não é fruto das circunstâncias, mas da reação do homem a elas”. O homem não é produto do meio, pode ser influenciado por ele, mais o meio ambiente não é preponderante sobre a cultura. Na verdade o homem altera, modifica e transforma o ambiente em que vive pela ação.
Existem por toda parte, pessoas criativas que produzem riqueza do nada. Inventam, tem idéias que geram trabalho, que gera riqueza, que gera o pão de cada dia. Não fosse assim, a humanidade não progrediria.
De nada vale um gênio preso dentro de uma lâmpada. É preciso soltá-lo. A pessoa pode pensar e sonhar a vida inteira e não concretizar coisa alguma. “Os resultados são oriundos da ação”. Então, é preciso saber distinguir a pessoa eficiente da eficaz. Eficiente é aquela que faz. A eficaz é aquela que saber fazer bem feito, interagindo com outros e disseminando idéias que produzem resultados satisfatórios.
Ainda que seja eficaz, a pessoa hoje deve ser versátil e saber trabalhar em equipe, sem egoísmo, trabalhando em conjunto, privilegiando o trabalho em grupo, desenvolvendo idéias e como disse, disseminando-as. O mundo hoje não admite mais a idéia centralizada, guardada com o gênio dentro da lâmpada. A Internet é prova disso. Todos os conhecimentos estão disponíveis para o crescimento daquele que o busca.
Nessa linha de raciocínio, qual a diferença entre uma pessoa reativa ou proativa?
O reativo é aquele que não assume responsabilidades, utiliza-se de desculpas acerca de circunstâncias diversas para justiçar o seu fracasso, o seu desinteresse. Valendo citar a frase: “o empregado que não interessa a uma empresa é aquele que só faz o que mandam e aquele que não faz o que mandam”.
O proativa faz a diferença, conhece as circunstâncias, interioriza valores, cria as oportunidades, exercita seu livre-arbítrio e sua autoconsciência, exercita a qualidade para alcançar o sucesso, interage com o outro, dissemina idéias, incentiva a criatividade e realiza.
O reativo terá que ter coragem para mudar. Não é fácil sair do ostracismo, do comodismo, da preguiça, mas a hora é esta, a hora é sempre agora. É hora de optar por ações decididas, estabelecer os meios para alcançar o sucesso através de sua inteligência, sua coragem para mudar e seu talento para vencer. Para mudar, não basta o conhecimento da necessidade, terá que haver o comprometimento, a consciência, abraçar a causa da melhoria contínua. Entusiasmar-se pelo que faz, motivar-se, criar novos parâmetros de pensamento e novas neuro-associações positivas.
Optemos por ser proativo. É preciso pensar, agir, realizar para obter sucesso.
Fonte de inspiração: D.J. Estado do Espírito Santo – Ref. Bibliográfica: MORAIS José Augusto de; ALMEIDA, Othon C.Bastos.
“A coragem de Mudar. A qualidade Depende de Todos”, São Paulo IBDE (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Empresarial), 3.Ed., pp.54-59.
http://www.sinoreg-es.org.br