Diferentemente de boa parte de seus concorrentes, o banco americano de investimentos JP Morgan não vê possibilidade de recessão nos Estados Unidos no primeiro semestre, embora projete crescimento zero no primeiro trimestre.
O economista da instituição Bruce Kasman prevê que os indicadores esperados para esta semana - vendas no varejo, produção industrial, pedidos de auxílio-desemprego e balança comercial - "devem confirmar a estagnação, mas não indicar rompimento capaz de adicionar combustível à história da recessão".
Para o segundo trimestre, a previsão do JP é de expansão de 2%, subindo para 3% no terceiro e no quarto trimestres deste ano. Entre as instituições que já consideram o país em recessão estão o Morgan Stanley, Merrill Lynch, Goldman Sachs, UBS, Northern Trust e Global Insight.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O economista da instituição Bruce Kasman prevê que os indicadores esperados para esta semana - vendas no varejo, produção industrial, pedidos de auxílio-desemprego e balança comercial - "devem confirmar a estagnação, mas não indicar rompimento capaz de adicionar combustível à história da recessão".
Para o segundo trimestre, a previsão do JP é de expansão de 2%, subindo para 3% no terceiro e no quarto trimestres deste ano. Entre as instituições que já consideram o país em recessão estão o Morgan Stanley, Merrill Lynch, Goldman Sachs, UBS, Northern Trust e Global Insight.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.