Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
A Merrill Lynch divulgou relatório sobre suas projeções para a América Latina, bem como a visão de investidores na Europa e nos EUA, com destaque para a atuação do Banco Central.
De acordo com o banco de investimentos, a maior parte das preocupações dos investidores ouvidos não diz respeito à região, que focam riscos inflacionários e a desaceleração da economia norte-americana.
Prestigiado
Em relação à atuação do Banco Central, os analistas da instituição entendem que o atual ciclo de aperto monetário fará com que a curva de juro real no Brasil convirja num momento posterior para a de seus pares no ambiente internacional, promovendo quadro de investimento estrutural pelos próximos anos, interpretação presente também entre investidores.
É como se o aperto monetário preventivo reforçasse o compromisso com a estabilidade dos preços e permitisse a retomada do ciclo de cortes da Selic no futuro.
Todavia, há dúvidas quanto aos limites do enrijecimento monetário. Caso haja falta de resposta da expansão de crédito à política da instituição, espera-se por forte elevação do juro básico ao final deste ano. De todo modo, entende-se que a ação reforça a credibilidade do BC.
Uma atuação mais agressiva da autoridade monetária frente à inflação, no entanto, promoveria a elevação do diferencial entre juros interno e externo e intensificaria a apreciação do real, o que pode significar a abreviação do ciclo de aperto.
A Merrill Lynch divulgou relatório sobre suas projeções para a América Latina, bem como a visão de investidores na Europa e nos EUA, com destaque para a atuação do Banco Central.
De acordo com o banco de investimentos, a maior parte das preocupações dos investidores ouvidos não diz respeito à região, que focam riscos inflacionários e a desaceleração da economia norte-americana.
Prestigiado
Em relação à atuação do Banco Central, os analistas da instituição entendem que o atual ciclo de aperto monetário fará com que a curva de juro real no Brasil convirja num momento posterior para a de seus pares no ambiente internacional, promovendo quadro de investimento estrutural pelos próximos anos, interpretação presente também entre investidores.
É como se o aperto monetário preventivo reforçasse o compromisso com a estabilidade dos preços e permitisse a retomada do ciclo de cortes da Selic no futuro.
Todavia, há dúvidas quanto aos limites do enrijecimento monetário. Caso haja falta de resposta da expansão de crédito à política da instituição, espera-se por forte elevação do juro básico ao final deste ano. De todo modo, entende-se que a ação reforça a credibilidade do BC.
Uma atuação mais agressiva da autoridade monetária frente à inflação, no entanto, promoveria a elevação do diferencial entre juros interno e externo e intensificaria a apreciação do real, o que pode significar a abreviação do ciclo de aperto.