Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
Basta olhar para a valorização de mais de 9% do Índice Bovespa em apenas três sessões para afirmar que a obtenção do investment grade mexeu forte com o mercado brasileiro, alterado o cenário para o restante do ano. Para o investidor, as duas questões principais são: até que ponto o Ibovespa avança após o evento, e quais as melhores posições para se beneficiar do movimento.
Que a notícia é boa, é consenso. Para os analistas do banco de investimentos suíço UBS, os fundamentos macroeconômicos já evidenciavam o bom momento da economia brasileira, e o upgrade no rating vem para reforçar as perspectivas favoráveis para a bolsa.
Mesmo com esta consideração, a aposta da instituição continua a mesma, o que indica que a obtenção da nota já era esperada pelos analistas. Para o final de 2008, a projeção é do Ibovespa muito próximo à casa dos 85 mil pontos, pontuação que ainda sugere potencial de valorização de quase 22% até o final do ano, mesmo depois das "três altas" citadas.
Mas como de praxe, o investidor deve ficar atento. Alguns dos papéis preferidos da bolsa brasileira podem apresentar potencial limitado em meio à boa performance recente. E entre estes "preferidos", o UBS colocou ativos atrelados ao mercado de commodities, em especial Vale, Petrobras e Gerdau, que ficaram de fora das recomendações da instituição.
As melhores opções
Outros setores também apresentam desempenho recente expressivo, mas oferecem algumas premissas que os colocam na frente dos outros para o UBS. Por premissas, entendam sólido potencial de crescimento, maior exposição à evolução do crédito, receitas na moeda local e bons fundamentos.
Entre estes tópicos, os ativos ligados aos segmentos de consumo e varejo, bancos e construção civil figuram como as "melhores tacadas" para os analistas. Estes setores oferecem referências muito conhecidas na bolsa, e conseqüentemente de grande liquidez.
No entanto, boas opções também foram identificadas entre os papéis de segunda linha, com menor volume de negócios mas também com potenciais de valorização atrativos. Tomando por base estas duas vertentes, o UBS lista suas preferências divididas de acordo com a liquidez.
Basta olhar para a valorização de mais de 9% do Índice Bovespa em apenas três sessões para afirmar que a obtenção do investment grade mexeu forte com o mercado brasileiro, alterado o cenário para o restante do ano. Para o investidor, as duas questões principais são: até que ponto o Ibovespa avança após o evento, e quais as melhores posições para se beneficiar do movimento.
Que a notícia é boa, é consenso. Para os analistas do banco de investimentos suíço UBS, os fundamentos macroeconômicos já evidenciavam o bom momento da economia brasileira, e o upgrade no rating vem para reforçar as perspectivas favoráveis para a bolsa.
Mesmo com esta consideração, a aposta da instituição continua a mesma, o que indica que a obtenção da nota já era esperada pelos analistas. Para o final de 2008, a projeção é do Ibovespa muito próximo à casa dos 85 mil pontos, pontuação que ainda sugere potencial de valorização de quase 22% até o final do ano, mesmo depois das "três altas" citadas.
Mas como de praxe, o investidor deve ficar atento. Alguns dos papéis preferidos da bolsa brasileira podem apresentar potencial limitado em meio à boa performance recente. E entre estes "preferidos", o UBS colocou ativos atrelados ao mercado de commodities, em especial Vale, Petrobras e Gerdau, que ficaram de fora das recomendações da instituição.
As melhores opções
Outros setores também apresentam desempenho recente expressivo, mas oferecem algumas premissas que os colocam na frente dos outros para o UBS. Por premissas, entendam sólido potencial de crescimento, maior exposição à evolução do crédito, receitas na moeda local e bons fundamentos.
Entre estes tópicos, os ativos ligados aos segmentos de consumo e varejo, bancos e construção civil figuram como as "melhores tacadas" para os analistas. Estes setores oferecem referências muito conhecidas na bolsa, e conseqüentemente de grande liquidez.
No entanto, boas opções também foram identificadas entre os papéis de segunda linha, com menor volume de negócios mas também com potenciais de valorização atrativos. Tomando por base estas duas vertentes, o UBS lista suas preferências divididas de acordo com a liquidez.
| Maior liquidez | Código | Upside* | Setor |
| Rossi | RSID3 | 86% | imobiliário |
| PDG Realty | PDGR3 | 38% | imobiliário |
| Unibanco | UBBR11 | 25% | financeiro |
| Banco do Brasil | BBAS3 | 25% | financeiro |
| B2W | BTOW3 | 77% | consumo e varejo |
| Lojas Americanas | LAME4 | 58% | consume e varejo |
| Cesp | CESP6 | 33% | energia |
| Sabesp | SBSP3 | 28% | saneamento |
| Duratex | DURA4 | 76% | papel e celulose |
| NET | NETC4 | 27% | telecom |
| Menor liquidez | Código | Upside* | Setor |
| Multiplan | MULT3 | 95% | imobiliário |
| Even | EVEN3 | 135% | imobiliário |
| Dufry | DUFB11 | 64% | consumo e varejo |
| Marisa | MARI3 | 120% | consume e varejo |
| Banco Sofisa | SFSA4 | 85% | financeiro |
| Cruzeiro do Sul | CZRS4 | 79% | financeiro |
| BicBanco | BICB4 | 67% | financeiro |
| MPX | MPXE3 | 63% | energia |
| Estácio | ESTC4 | 95% | consumo |
| Log-In | LOGN3 | 52% | transportes |