Após investimentos ao redor do mundo, a Gerdau (GGBR4) projeta ampliar ainda mais seu horizonte de rendimentos externos, através da pretensão de entrada no mercado chinês para produzir e vender aço.
De acordo com o diretor de Relações com Investidores da companhia, Osvaldo Schirmer, a siderúrgica estuda a China há dois anos, mas não encontrou uma oportunidade adequada para início das operações naquele país.
Baixos riscos
Perante este cenário, os analistas da Link Investimentos acreditam que a estratégia chinesa seja parecida com a utilizada na Índia, cuja tática baseou-se em seu crescimento orgânico, culminando na joint venture Kalyani Gerdau.
Adicionalmente, a corretora alerta para o controle excessivo do mercado chinês, caracterizado principalmente por intervenção nos preços. Todavia, os analistas projetam bons ganhos a companhia, caso concretize esta operação, especialmente por sua estratégia de pequenos riscos.
Difícil, mas rentável
Já para o Bradesco, a maior dificuldade que a siderúrgica enfrentará no processo será o encontro do parceiro adequado, que se alinhe com suas operações, tendo em mente que, de acordo com a regulação na China, é necessário ter um parceiro local para produzir no país.
Por fim, os analistas projetam terreno favorável para a siderúrgica ao ingressar na China e ressaltam o fragmentado setor siderúrgico encontrado no país, apreciado pela Gerdau e semelhante ao encontrado em território brasileiro na década de 1980.
De acordo com o diretor de Relações com Investidores da companhia, Osvaldo Schirmer, a siderúrgica estuda a China há dois anos, mas não encontrou uma oportunidade adequada para início das operações naquele país.
Baixos riscos
Perante este cenário, os analistas da Link Investimentos acreditam que a estratégia chinesa seja parecida com a utilizada na Índia, cuja tática baseou-se em seu crescimento orgânico, culminando na joint venture Kalyani Gerdau.
Adicionalmente, a corretora alerta para o controle excessivo do mercado chinês, caracterizado principalmente por intervenção nos preços. Todavia, os analistas projetam bons ganhos a companhia, caso concretize esta operação, especialmente por sua estratégia de pequenos riscos.
Difícil, mas rentável
Já para o Bradesco, a maior dificuldade que a siderúrgica enfrentará no processo será o encontro do parceiro adequado, que se alinhe com suas operações, tendo em mente que, de acordo com a regulação na China, é necessário ter um parceiro local para produzir no país.
Por fim, os analistas projetam terreno favorável para a siderúrgica ao ingressar na China e ressaltam o fragmentado setor siderúrgico encontrado no país, apreciado pela Gerdau e semelhante ao encontrado em território brasileiro na década de 1980.