Por: Nathália A. Terra Pereira
Mais de um ano após a crise do subprime ter irrompido sobre as instituições financeiras, as turbulências no setor parecem somente avolumar-se cada vez mais. De fato, essas são as projeções de muitos, como as explicitadas pela FIDC (Federal Deposit Insurance Corp) e pelos analistas da Begbies Traynor nesta quarta-feira (27).
De acordo com as estimativas da companhia britânica, especializada em insolvência e reestruturação de empresas e instituições financeiras, até 300 bancos norte-americanos de pequeno porte podem entrar em estado de falência nos próximos três anos.
A projeção mediana da equipe da Begbies Traynor é de 100 bancos falidos nos EUA até 2011. As declarações vêm no encalço das afirmações da FIDC de que a crise no setor está longe de encontrar seu término e que mais firmas devem adentrar a lista de instituições em problemas contábeis.
Neste ano, nove bancos regionais norte-americanos já entraram em falência. O mais recente foi o Columbian Bank & Trust, que transpareceu ao mercado a magnitude da deterioração em seus balanços neste mês de agosto.
Mais de um ano após a crise do subprime ter irrompido sobre as instituições financeiras, as turbulências no setor parecem somente avolumar-se cada vez mais. De fato, essas são as projeções de muitos, como as explicitadas pela FIDC (Federal Deposit Insurance Corp) e pelos analistas da Begbies Traynor nesta quarta-feira (27).
De acordo com as estimativas da companhia britânica, especializada em insolvência e reestruturação de empresas e instituições financeiras, até 300 bancos norte-americanos de pequeno porte podem entrar em estado de falência nos próximos três anos.
A projeção mediana da equipe da Begbies Traynor é de 100 bancos falidos nos EUA até 2011. As declarações vêm no encalço das afirmações da FIDC de que a crise no setor está longe de encontrar seu término e que mais firmas devem adentrar a lista de instituições em problemas contábeis.
Neste ano, nove bancos regionais norte-americanos já entraram em falência. O mais recente foi o Columbian Bank & Trust, que transpareceu ao mercado a magnitude da deterioração em seus balanços neste mês de agosto.