Nesta sexta-feira (8), o FMI (Fundo Monetário Internacional) declarou que o Brasil está em posição mais forte do que no passado para enfrentar os choques advindos de economias externas.
De acordo com o fundo, as vulnerabilidades do país diminuíram, com a menor dívida pública sobre o PIB (Produto interno bruto) e o confortável nível de reservas. O fato remete ao recente upgrade da nota de dívida soberana brasileira a grau de investimento pelas agências S&P e Fitch Ratings.
Como a instituição destacou, o Brasil registrou nos últimos trimestres crescimento próximo de 6%, impulsionado pela demanda interna. A pobreza e a desigualdade social também diminuíram. Os resultados foram creditados pelo fundo ao PAC (Programa de Aceleração de Crescimento).
Inflação mais alta
No entanto, apesar dos bons números reportados pelo país, o FMI destaca que a inflação brasileira nos últimos doze meses até junho deste ano subiu 6,1%, resultado da alta dos preços dos alimentos, fator que já começa a se espalhar para o resto do setor de bens e consumo.
Com a mudança no cenário inflacionário, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, com intuito de segurar o avanço da inflação, elevou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juro do país no final mês passado.
Vale destacar que, pela manhã, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medida oficial da inflação doméstica, registrou alta de 0,53% no mês de julho, menor taxa desde março.
Contas externas
O FMI também mencionou a situação das contas externas, que apresentaram saldo negativo pela primeira vez desde 2002. De acordo com o comunicado, o volume de importações continuou a crescer acima de 10% enquanto as exportações cresceram de forma mais lenta.
Conclusão
Para a instituição, um aperto das finanças públicas contribuiria para o ajuste e ajudaria a aliviar a pressão sobre a política monetária, portanto, consideraram "acertada a decisão das autoridades de adotar uma meta de superávit primário mais elevada em 2008".
O FMI considerou que a transparência das operações é essencial para manter a confiança na política macroeconômica, inclusive na área de operações cambiais, que deveria ser coordenada cuidadosamente com o Banco Central. "Os recursos disponíveis seriam melhor empregados na redução do ainda elevado nível de endividamento publico do país", conclui.
De acordo com o fundo, as vulnerabilidades do país diminuíram, com a menor dívida pública sobre o PIB (Produto interno bruto) e o confortável nível de reservas. O fato remete ao recente upgrade da nota de dívida soberana brasileira a grau de investimento pelas agências S&P e Fitch Ratings.
Como a instituição destacou, o Brasil registrou nos últimos trimestres crescimento próximo de 6%, impulsionado pela demanda interna. A pobreza e a desigualdade social também diminuíram. Os resultados foram creditados pelo fundo ao PAC (Programa de Aceleração de Crescimento).
Inflação mais alta
No entanto, apesar dos bons números reportados pelo país, o FMI destaca que a inflação brasileira nos últimos doze meses até junho deste ano subiu 6,1%, resultado da alta dos preços dos alimentos, fator que já começa a se espalhar para o resto do setor de bens e consumo.
Com a mudança no cenário inflacionário, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, com intuito de segurar o avanço da inflação, elevou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juro do país no final mês passado.
Vale destacar que, pela manhã, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medida oficial da inflação doméstica, registrou alta de 0,53% no mês de julho, menor taxa desde março.
Contas externas
O FMI também mencionou a situação das contas externas, que apresentaram saldo negativo pela primeira vez desde 2002. De acordo com o comunicado, o volume de importações continuou a crescer acima de 10% enquanto as exportações cresceram de forma mais lenta.
Conclusão
Para a instituição, um aperto das finanças públicas contribuiria para o ajuste e ajudaria a aliviar a pressão sobre a política monetária, portanto, consideraram "acertada a decisão das autoridades de adotar uma meta de superávit primário mais elevada em 2008".
O FMI considerou que a transparência das operações é essencial para manter a confiança na política macroeconômica, inclusive na área de operações cambiais, que deveria ser coordenada cuidadosamente com o Banco Central. "Os recursos disponíveis seriam melhor empregados na redução do ainda elevado nível de endividamento publico do país", conclui.