Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
Projetando maiores custos operacionais e financeiros, os analistas do Santander introduziram novo preço-alvo para os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) ao fim de 2009, mantendo recomendação de compra.
Segundo Boris Molina e Henrique Navarro, autores da avaliação, o novo cenário para o banco incorpora uma expectativa mais favorável para o crescimento da carteira de crédito nos segmentos de pessoas físicas e de pequenas e médias empresas.
Pressões
No entanto, fatores negativos como o incremento da incidência de impostos sobre as operações, já verificado durante o segundo trimestre deste ano, causarão pressão sobre as margens do banco.
Ademais, as projeções para receitas não-financeiras do BB foram cortadas em 14% em 2008 e 12% para 2009, ocorrendo o mesmo com as estimativas de variáveis macroeconômicas, com uma taxa Selic maior - 14,75% ao ano - e crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009 - de 4% para 3,5%.
Ponto de entrada
Deste modo, os analistas substituíram o antigo preço-alvo de R$ 34,49 ao fim de 2008, para um novo fixado em R$ 35,60 em fins de 2009, o que implica um upside de 52,7% frente ao fechamento da última sessão.
Embora recomendem desde já a compra dos ativos, os analistas entendem que a confirmação da aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, que pretende finalizá-la até o fim deste ano, geraria um ponto mais atraente para o início do investimento nos papéis.
Melhor do setor
Isto decorre da sinalização de que o banco federal poderá realizar o pagamento da operação por meio de novas ações, o que possibilitaria ao governo do estado de São Paulo - controlador da instituição regional - vendê-las no mercado, trazendo os preços dos ativos para baixo.
O Banco do Brasil se sustenta como melhor opção de investimento dentro do universo coberto pelos analistas, com seus papéis sendo negociados a múltiplos descontados em 26% frente às ações de concorrentes.
Projetando maiores custos operacionais e financeiros, os analistas do Santander introduziram novo preço-alvo para os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) ao fim de 2009, mantendo recomendação de compra.
Segundo Boris Molina e Henrique Navarro, autores da avaliação, o novo cenário para o banco incorpora uma expectativa mais favorável para o crescimento da carteira de crédito nos segmentos de pessoas físicas e de pequenas e médias empresas.
Pressões
No entanto, fatores negativos como o incremento da incidência de impostos sobre as operações, já verificado durante o segundo trimestre deste ano, causarão pressão sobre as margens do banco.
Ademais, as projeções para receitas não-financeiras do BB foram cortadas em 14% em 2008 e 12% para 2009, ocorrendo o mesmo com as estimativas de variáveis macroeconômicas, com uma taxa Selic maior - 14,75% ao ano - e crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009 - de 4% para 3,5%.
Ponto de entrada
Deste modo, os analistas substituíram o antigo preço-alvo de R$ 34,49 ao fim de 2008, para um novo fixado em R$ 35,60 em fins de 2009, o que implica um upside de 52,7% frente ao fechamento da última sessão.
Embora recomendem desde já a compra dos ativos, os analistas entendem que a confirmação da aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, que pretende finalizá-la até o fim deste ano, geraria um ponto mais atraente para o início do investimento nos papéis.
Melhor do setor
Isto decorre da sinalização de que o banco federal poderá realizar o pagamento da operação por meio de novas ações, o que possibilitaria ao governo do estado de São Paulo - controlador da instituição regional - vendê-las no mercado, trazendo os preços dos ativos para baixo.
O Banco do Brasil se sustenta como melhor opção de investimento dentro do universo coberto pelos analistas, com seus papéis sendo negociados a múltiplos descontados em 26% frente às ações de concorrentes.