De acordo com o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria de Construção), Paulo Safady Simão, a flexibilização do uso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) por famílias com renda de até cinco salários mínimos mensais pode ampliar as oportunidades de aquisição da casa própria, pois, para ele, é nessa faixa de rendimento que está grande parte dos brasileiros sem casa.
Mesmo com o aumento de 58,9% na contratação de créditos para a aquisição da casa própria no primeiro semestre, sobre o mesmo período de 2007, Safady defenderá o uso do FGTS como forma de diminuir o déficit habitacional do País, em torno de 8 milhões de moradias, no próximo dia 12 de agosto, durante o Colóquio sobre Plano Nacional de Habitação promovido pelo CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) da Presidência da República.
Números
Para o economista da Trevisan Escola de negócios, Alcides Leite, o crescimento de 86,6% no volume de financiamentos para novas moradias, nos primeiros seis meses do ano, é fundamental para reduzir o déficit habitacional, impulsionar a construção civil e criar mais empregos.
"Além de estimular uma cadeia produtiva com forte entrelaçamento com outros setores da economia, esse segmento gera empregos formais para a mão-de-obra de menor nível de escolaridade. Justamente o segmento social que mais necessita de alternativa para sair da informalidade", disse à Agência Brasil.
Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), foram investidos R$ 12,931 bilhões de recursos das cadernetas de poupança e de empréstimos bancários na comercialização de 128.439 moradias no primeiro semestre.
Somente a Caixa Econômica Federal investiu R$ 3,4 bilhões dos donos de cadernetas na compra de imóveis residenciais. Além disso, o banco também disponibilizou R$ 5,4 bilhões de recursos do FGTS, um aumento de 47% em relação ao mesmo período de 2007, devido ao crescimento do número de contratações no programa Carta de Crédito FGTS Individual, voltado para famílias com renda de até cinco salários mínimos por mês.
Mesmo com o aumento de 58,9% na contratação de créditos para a aquisição da casa própria no primeiro semestre, sobre o mesmo período de 2007, Safady defenderá o uso do FGTS como forma de diminuir o déficit habitacional do País, em torno de 8 milhões de moradias, no próximo dia 12 de agosto, durante o Colóquio sobre Plano Nacional de Habitação promovido pelo CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) da Presidência da República.
Números
Para o economista da Trevisan Escola de negócios, Alcides Leite, o crescimento de 86,6% no volume de financiamentos para novas moradias, nos primeiros seis meses do ano, é fundamental para reduzir o déficit habitacional, impulsionar a construção civil e criar mais empregos.
"Além de estimular uma cadeia produtiva com forte entrelaçamento com outros setores da economia, esse segmento gera empregos formais para a mão-de-obra de menor nível de escolaridade. Justamente o segmento social que mais necessita de alternativa para sair da informalidade", disse à Agência Brasil.
Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), foram investidos R$ 12,931 bilhões de recursos das cadernetas de poupança e de empréstimos bancários na comercialização de 128.439 moradias no primeiro semestre.
Somente a Caixa Econômica Federal investiu R$ 3,4 bilhões dos donos de cadernetas na compra de imóveis residenciais. Além disso, o banco também disponibilizou R$ 5,4 bilhões de recursos do FGTS, um aumento de 47% em relação ao mesmo período de 2007, devido ao crescimento do número de contratações no programa Carta de Crédito FGTS Individual, voltado para famílias com renda de até cinco salários mínimos por mês.