Por: Giulia Santos Camillo
Avaliando o mercado de minério de ferro, é possível ver diversas melhoras em indicadores que vão desde os preços no mercado à vista até a importação chinesa do produto. "Ainda é muito cedo para gritar que está tudo resolvido, mas é bom finalmente ver alguns dados siderúrgicos tendendo para cima", afirma Alexander Hacking, analista do Citigroup.
Ele ressalta dois principais pontos positivos: a recuperação de 15% dos preços à vista do minério a partir de suas mínimas, estando apenas 20% abaixo do valor dos contratos brasileiros, e o crescimento das importações chinesas, que foi "surpreendentemente positivo".
Apesar da produção de ferro-gusa na China ter registrado queda de 16% na base de comparação anual, as importações do minério de ferro aumentaram 6% em novembro na base mensal, ficando apenas 8% abaixo do contabilizado no mesmo período do ano passado.
Perspectivas
De acordo com a análise do Citigroup, o preço do minério de ferro irá cair 20% no próximo ano, em linha com as condições atuais do mercado à vista. O consenso na ala demandante é mais pessimista, conta o analista, apontando uma queda de 40% no valor do produto.
Hacking estima que o quarto trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2009 podem representar mínimas na produção global de aço, já que parece "improvável que cortes de 20% a 30% sejam sustentáveis em uma base anual".
Caso a produção ainda esteja baixa, a melhora nos mercados de crédito e a desestocagem devem melhorar os patamares. Dessa forma, o analista prevê uma queda de 15% nos volumes da Vale, sendo 20% no primeiro semestre de 2009 e 10% no segundo.
Sugestão de compra de Vale
"Nós continuamos compradores de Vale", afirma o Citigroup, que estabelece um preço-alvo de US$ 13,57 por ADR (American Depositary Receipt) da mineradora. "A companhia se encaixa no nosso perfil recomendado de mineradoras com alto volume, baixo custo e balanço forte".
Avaliando o mercado de minério de ferro, é possível ver diversas melhoras em indicadores que vão desde os preços no mercado à vista até a importação chinesa do produto. "Ainda é muito cedo para gritar que está tudo resolvido, mas é bom finalmente ver alguns dados siderúrgicos tendendo para cima", afirma Alexander Hacking, analista do Citigroup.
Ele ressalta dois principais pontos positivos: a recuperação de 15% dos preços à vista do minério a partir de suas mínimas, estando apenas 20% abaixo do valor dos contratos brasileiros, e o crescimento das importações chinesas, que foi "surpreendentemente positivo".
Apesar da produção de ferro-gusa na China ter registrado queda de 16% na base de comparação anual, as importações do minério de ferro aumentaram 6% em novembro na base mensal, ficando apenas 8% abaixo do contabilizado no mesmo período do ano passado.
Perspectivas
De acordo com a análise do Citigroup, o preço do minério de ferro irá cair 20% no próximo ano, em linha com as condições atuais do mercado à vista. O consenso na ala demandante é mais pessimista, conta o analista, apontando uma queda de 40% no valor do produto.
Hacking estima que o quarto trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2009 podem representar mínimas na produção global de aço, já que parece "improvável que cortes de 20% a 30% sejam sustentáveis em uma base anual".
Caso a produção ainda esteja baixa, a melhora nos mercados de crédito e a desestocagem devem melhorar os patamares. Dessa forma, o analista prevê uma queda de 15% nos volumes da Vale, sendo 20% no primeiro semestre de 2009 e 10% no segundo.
Sugestão de compra de Vale
"Nós continuamos compradores de Vale", afirma o Citigroup, que estabelece um preço-alvo de US$ 13,57 por ADR (American Depositary Receipt) da mineradora. "A companhia se encaixa no nosso perfil recomendado de mineradoras com alto volume, baixo custo e balanço forte".