Em tempos de crise, quem optou por fazer um plano de previdência complementar, com alocação em renda variável, fica em dúvida sobre o que fazer: resgatar? Diminuir o percentual alocado em ações? Mudar tudo para renda fixa? Esses são os dilemas mais comuns.
Porém, antes de tomar qualquer decisão, o contribuinte precisa ficar atento à alguns aspectos, principalmente, no que diz respeito à idade e também ao perfil de investidor.
Idade e perfil
Na turbulência do mercado financeiro, quem possui um plano de previdência privada com parte de suas contribuições destinada à renda variável precisa pensar na sua idade antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com o Keyton Pedreira, gerente de Negócios da Kiman Solutions, a idade é um dos pontos cruciais na hora de decidir as aplicações em renda variável.
"Se faltam apenas cinco anos para a pessoa se aposentar, o ideal é investir todo o montante em renda fixa. Mas, para quem já possuia aplicações em renda variável antes da turbulência, é recomendável aguardar um pouco, porque o mercado pode se recuperar nos próximos meses", afirma Keyton.
Jovens
Em contrapartida, para aquelas pessoas que estão começando a investir em previdência agora, alocar parte das contribuições em renda variável é ideal.
Segundo Keyton, para esse público que está disposto a correr um pouco de risco, investir entre 20% e 30% em renda variável é um ótimo negócio. Já que, no longo prazo, a renda variável tende a propiciar uma maior rentabilidade que a renda fixa.
"Os jovens que estão entrando no mercado de previdência agora e tem um perfil de investidor agressivo, podem destinar o percentual máximo permitido do seu plano para a renda variável, no caso, 49%, para ter uma maior rentabilidade no longo prazo. Porém, vale ressaltar que ele deve estar preparado para ver oscilações bruscas nas suas reservas de acordo com o movimento do mercado financeiro", revela o gerente de negócios.
Investimentos
Pode até parecer estranho falar em investir com a instabilidade da economia, mas não é. Com a crise, os papéis ficam mais baratos, logo, quem optar por investir em renda variável comprará por um preço acessível e terá, no futuro, uma rentabilidade maior.
Por outro lado, as pessoas que já estavam investindo em planos de previdência com renda variável perderam reservas e agora precisam se recuperar, por isso, a necessidade de continuar com o plano e não resgatar.
Resgate
Para Keyton Pedreira, o resgate em previdência é uma decisão que deve ser evitada o máximo possível.
"O resgate em previdência nunca deve ser feito, a não ser que a pessoa não tenha mais alternativas, mesmo assim, dependendo do caso, vale a pena até pedir um empréstimo, já que as taxas de juros são atrativas. O resgate só deve ser pensado com o objetivo de aposentadoria", finaliza Keyton.
Porém, antes de tomar qualquer decisão, o contribuinte precisa ficar atento à alguns aspectos, principalmente, no que diz respeito à idade e também ao perfil de investidor.
Idade e perfil
Na turbulência do mercado financeiro, quem possui um plano de previdência privada com parte de suas contribuições destinada à renda variável precisa pensar na sua idade antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com o Keyton Pedreira, gerente de Negócios da Kiman Solutions, a idade é um dos pontos cruciais na hora de decidir as aplicações em renda variável.
"Se faltam apenas cinco anos para a pessoa se aposentar, o ideal é investir todo o montante em renda fixa. Mas, para quem já possuia aplicações em renda variável antes da turbulência, é recomendável aguardar um pouco, porque o mercado pode se recuperar nos próximos meses", afirma Keyton.
Jovens
Em contrapartida, para aquelas pessoas que estão começando a investir em previdência agora, alocar parte das contribuições em renda variável é ideal.
Segundo Keyton, para esse público que está disposto a correr um pouco de risco, investir entre 20% e 30% em renda variável é um ótimo negócio. Já que, no longo prazo, a renda variável tende a propiciar uma maior rentabilidade que a renda fixa.
"Os jovens que estão entrando no mercado de previdência agora e tem um perfil de investidor agressivo, podem destinar o percentual máximo permitido do seu plano para a renda variável, no caso, 49%, para ter uma maior rentabilidade no longo prazo. Porém, vale ressaltar que ele deve estar preparado para ver oscilações bruscas nas suas reservas de acordo com o movimento do mercado financeiro", revela o gerente de negócios.
Investimentos
Pode até parecer estranho falar em investir com a instabilidade da economia, mas não é. Com a crise, os papéis ficam mais baratos, logo, quem optar por investir em renda variável comprará por um preço acessível e terá, no futuro, uma rentabilidade maior.
Por outro lado, as pessoas que já estavam investindo em planos de previdência com renda variável perderam reservas e agora precisam se recuperar, por isso, a necessidade de continuar com o plano e não resgatar.
Resgate
Para Keyton Pedreira, o resgate em previdência é uma decisão que deve ser evitada o máximo possível.
"O resgate em previdência nunca deve ser feito, a não ser que a pessoa não tenha mais alternativas, mesmo assim, dependendo do caso, vale a pena até pedir um empréstimo, já que as taxas de juros são atrativas. O resgate só deve ser pensado com o objetivo de aposentadoria", finaliza Keyton.