Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
Depois de uma semana muito positiva, a bolsa passou por outra de ajuste. Parece ter ficado no meio do caminho, na dúvida sobre a direção que vai escolher. Certeza é que a terceira semana de fevereiro será muito movimentada.
Pelos indicadores importantes, pela infinidade de resultados, pelos bastidores políticos de tantos pacotes e medidas nos Estados Unidos. Independente do rumo que a bolsa escolher, o caminho à frente é acidentado.
Firme
Mesmo com o saldo ruim dos últimos dias, fica uma novidade muito esperada para a semana por vir. "O mercado está esquecendo um pouco a aversão ao risco e o fluxo de capital está voltando. Está havendo uma repatriação de capital, tanto de quem havia saído como do investidor estrangeiro", resume Rodrigo Silveira, gerente de operações da UM Investimentos.
Sustentável ou não, o movimento das últimas duas semanas incorporou algo há tempos não visto no mercado. "O nosso mercado está relativamente firme, relativamente descolado dos índices lá de fora", conclui Silveira.
Prova de fogo
A firmeza demonstrada recentemente pelo mercado passará por uma prova e tanto. Depois do descanso dos últimos dias, a agenda de indicadores volta com todo vapor. A semana começa com feriado lá fora, que engana o investidor que for à bolsa no ritmo de carnaval. Da quarta-feira (18) em diante começa a maratona. Ata do Fed, produção industrial, setor imobiliário, CPI, PPI.
Nem o feriado da segunda-feira dará descanso. Aqui, é dia de vencimento de opções. "A gente vai ver bastante volatilidade, tanto pelo exercício de opções, tanto pelo plano, tanto pelos resultados que têm para sair", lembra Silveira.
Resultados bombásticos
De resultados, um capítulo à parte. Destaque para a quinta-feira: nada menos que Vale, Usiminas, Gerdau, JBS, CPFL e Banco do Brasil, entre outros. Lá fora, BNP Paribas no mesmo dia. "Com os resultados, movimentos isolados, principalmente se algum destes grandes decepcionar", alerta Daniela Cunha, economista da corretora Renascença.
Independente de resultados e indicadores, sobram motivos para uma semana agitada. "Com certeza o que guia o mercado ainda são os planos e medidas lá fora. (...) Tudo depende se vai haver alguma notícia no final de semana, mesmo no G7", sugere Daniela.
Cansativa
O mercado está mais firme, o volume voltando, mas o terreno à frente é mesmo acidentado. Com tantos indicadores, tantos resultados, tanta expectativa por declarações mais "detalhadas" dos pacotes nos Estados Unidos, é certeza de uma semana cansativa. Depois é carnaval.
Depois de uma semana muito positiva, a bolsa passou por outra de ajuste. Parece ter ficado no meio do caminho, na dúvida sobre a direção que vai escolher. Certeza é que a terceira semana de fevereiro será muito movimentada.
Pelos indicadores importantes, pela infinidade de resultados, pelos bastidores políticos de tantos pacotes e medidas nos Estados Unidos. Independente do rumo que a bolsa escolher, o caminho à frente é acidentado.
Firme
Mesmo com o saldo ruim dos últimos dias, fica uma novidade muito esperada para a semana por vir. "O mercado está esquecendo um pouco a aversão ao risco e o fluxo de capital está voltando. Está havendo uma repatriação de capital, tanto de quem havia saído como do investidor estrangeiro", resume Rodrigo Silveira, gerente de operações da UM Investimentos.
Sustentável ou não, o movimento das últimas duas semanas incorporou algo há tempos não visto no mercado. "O nosso mercado está relativamente firme, relativamente descolado dos índices lá de fora", conclui Silveira.
Prova de fogo
A firmeza demonstrada recentemente pelo mercado passará por uma prova e tanto. Depois do descanso dos últimos dias, a agenda de indicadores volta com todo vapor. A semana começa com feriado lá fora, que engana o investidor que for à bolsa no ritmo de carnaval. Da quarta-feira (18) em diante começa a maratona. Ata do Fed, produção industrial, setor imobiliário, CPI, PPI.
Nem o feriado da segunda-feira dará descanso. Aqui, é dia de vencimento de opções. "A gente vai ver bastante volatilidade, tanto pelo exercício de opções, tanto pelo plano, tanto pelos resultados que têm para sair", lembra Silveira.
Resultados bombásticos
De resultados, um capítulo à parte. Destaque para a quinta-feira: nada menos que Vale, Usiminas, Gerdau, JBS, CPFL e Banco do Brasil, entre outros. Lá fora, BNP Paribas no mesmo dia. "Com os resultados, movimentos isolados, principalmente se algum destes grandes decepcionar", alerta Daniela Cunha, economista da corretora Renascença.
Independente de resultados e indicadores, sobram motivos para uma semana agitada. "Com certeza o que guia o mercado ainda são os planos e medidas lá fora. (...) Tudo depende se vai haver alguma notícia no final de semana, mesmo no G7", sugere Daniela.
Cansativa
O mercado está mais firme, o volume voltando, mas o terreno à frente é mesmo acidentado. Com tantos indicadores, tantos resultados, tanta expectativa por declarações mais "detalhadas" dos pacotes nos Estados Unidos, é certeza de uma semana cansativa. Depois é carnaval.