No tradicional comentário semanal de Bob Doll, o vice-presidente da BlackRock afirmou que apesar dos ganhos recentes registrados pelos mercados acionários, há dúvidas se a alta nas ações seria sustentável, devido a fatores técnicos menos favoráveis.
Para Doll, o destaque na última semana ficou com os indicadores do mercado de trabalho. Embora o desemprego ainda esteja em patamar recorde - 10,2% em outubro - houve uma diminuição nos pedidos de auxílio-desemprego, de forma que o economista acredita que a taxa deve começar a cair já no primeiro trimestre do próximo ano.
Caso a previsão seja confirmada, ela pode ajudar na retomada da confiança do consumidor e dos empresários. Além disso, Doll acredita que os gastos de capital, geralmente ofuscados pelos gastos do consumidor, devem se recuperar e ser um importante fator para a retomada econômica.
"O mercado de crédito continua mal, mas está melhorando", afirma o vice-presidente da BlackRock, concluindo que a melhora no emprego e nos gastos com capital ajudarão a economia. Ao mesmo tempo, Doll alerta que o cenário de fusões e aquisições está se recuperando mais cedo do que o normal, tendência que deve continuar nos próximos dois meses.
Fed não deve aumentar taxas de juros
No comentário, o economista cita um anúncio de Ben Bernanke na última semana, quando o presidente do Federal Reserve reiterou sua projeção de um crescimento econômico modesto em 2010. Com isso, Doll afirma não esperar "que o Fed altere seu curso em breve". Assim, mesmo que haja um aumento inesperado na inflação, o gestor acredita que a taxa básica de juro será mantida próxima de zero.
Ações e mercados
No caso dos mercados acionários, Doll alerta que apesar dos ganhos nas ações continuarem robustos recentemente, fatores técnicos mostram-se menos favoráveis. Questionando a sustentabilidade dos ganhos recentes, o vice-presidente da BlackRock lembra que o volume dos negócios declinou e o momentum de alta se enfraqueceu.
Contudo, embora no curto prazo possa ocorrer correções devido a esses fatores, Doll acredita que, com a combinação de crescimento modesto e política monetária flexível, o longo prazo é atrativo para o mercado acionário.
Para Doll, o destaque na última semana ficou com os indicadores do mercado de trabalho. Embora o desemprego ainda esteja em patamar recorde - 10,2% em outubro - houve uma diminuição nos pedidos de auxílio-desemprego, de forma que o economista acredita que a taxa deve começar a cair já no primeiro trimestre do próximo ano.
Caso a previsão seja confirmada, ela pode ajudar na retomada da confiança do consumidor e dos empresários. Além disso, Doll acredita que os gastos de capital, geralmente ofuscados pelos gastos do consumidor, devem se recuperar e ser um importante fator para a retomada econômica.
"O mercado de crédito continua mal, mas está melhorando", afirma o vice-presidente da BlackRock, concluindo que a melhora no emprego e nos gastos com capital ajudarão a economia. Ao mesmo tempo, Doll alerta que o cenário de fusões e aquisições está se recuperando mais cedo do que o normal, tendência que deve continuar nos próximos dois meses.
Fed não deve aumentar taxas de juros
No comentário, o economista cita um anúncio de Ben Bernanke na última semana, quando o presidente do Federal Reserve reiterou sua projeção de um crescimento econômico modesto em 2010. Com isso, Doll afirma não esperar "que o Fed altere seu curso em breve". Assim, mesmo que haja um aumento inesperado na inflação, o gestor acredita que a taxa básica de juro será mantida próxima de zero.
Ações e mercados
No caso dos mercados acionários, Doll alerta que apesar dos ganhos nas ações continuarem robustos recentemente, fatores técnicos mostram-se menos favoráveis. Questionando a sustentabilidade dos ganhos recentes, o vice-presidente da BlackRock lembra que o volume dos negócios declinou e o momentum de alta se enfraqueceu.
Contudo, embora no curto prazo possa ocorrer correções devido a esses fatores, Doll acredita que, com a combinação de crescimento modesto e política monetária flexível, o longo prazo é atrativo para o mercado acionário.