Thaís Sabino
As fusões e aquisições anunciadas por empresas brasileiras atingiram o volume recorde de R$ 84,8 bilhões no primeiro semestre de 2010, de acordo com o boletim divulgado pela Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima) nesta quarta-feira. O valor, um recorde para a entidade, representa um aumento de 43% em relação a 2009, e é fruto de 59 operações anunciadas.
Entretanto, destas fusões e aquisições, apenas 31 operações foram concluídas, com um volume de R$ 37,2 bilhões - uma redução de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior, que movimentou R$ 77,7 bilhões, influenciado pela operação de R$ 29,4 bilhões.
O montante em dinheiro nos anúncios de fusões e aquisições foi o maior observado para o período desde 2006, quando a associação começou a medir tais dados, e representa 71,3% de todo volume (R$ 119 bilhões) observado em 2009.
O destaque do resultado semestral foram as aquisições de empresas estrangeiras por brasileiras, que representaram 46,6% dos anúncios. Foram 18 operações de compra de companhias de fora do País, totalizando um valor de R$ 39,5 bilhões.
No primeiro semestre de 2009, os negócios entre empresas apenas brasileiras responderam por 79,9% do volume total, e no mesmo período de 2008, 69,6%.
No semestre, foram anunciadas 25 operações entre companhias brasileiras, com volume total de R$ 17,8 bilhões. As operações de grande vulto, com valores superiores a R$ 1 bilhão, também aumentaram, respondendo a 37,3% das negociações concluídas no primeiro semestre de 2010, o maior percentual registrado ao longo da serie do ranking da Anbima, bem superior aos 25% mostrados no mesmo período do ano anterior.
As três maiores operações anunciadas no 1º semestre de 2010 foram, em ordem, a joint-venture entre Shell e Cosan no valor de R$ 11,6 bilhões, a venda de ativos de alumínio da Vale para a Norsk Hydro avaliada em R$ 8,5 bilhões e a aquisição da Bunge pela Vale, com o volume de R$ 7 bilhões.
No entanto, o "Top 3" das fusões e aquisições concluídas tem montante mais modesto, com o Deutsche Bank custando R$ 10,9 milhões, a Estáter com volume de R$ 7,3 milhões e o JP Morgan com volume de R$ 6,5 milhões.
As fusões e aquisições anunciadas por empresas brasileiras atingiram o volume recorde de R$ 84,8 bilhões no primeiro semestre de 2010, de acordo com o boletim divulgado pela Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima) nesta quarta-feira. O valor, um recorde para a entidade, representa um aumento de 43% em relação a 2009, e é fruto de 59 operações anunciadas.
Entretanto, destas fusões e aquisições, apenas 31 operações foram concluídas, com um volume de R$ 37,2 bilhões - uma redução de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior, que movimentou R$ 77,7 bilhões, influenciado pela operação de R$ 29,4 bilhões.
O montante em dinheiro nos anúncios de fusões e aquisições foi o maior observado para o período desde 2006, quando a associação começou a medir tais dados, e representa 71,3% de todo volume (R$ 119 bilhões) observado em 2009.
O destaque do resultado semestral foram as aquisições de empresas estrangeiras por brasileiras, que representaram 46,6% dos anúncios. Foram 18 operações de compra de companhias de fora do País, totalizando um valor de R$ 39,5 bilhões.
No primeiro semestre de 2009, os negócios entre empresas apenas brasileiras responderam por 79,9% do volume total, e no mesmo período de 2008, 69,6%.
No semestre, foram anunciadas 25 operações entre companhias brasileiras, com volume total de R$ 17,8 bilhões. As operações de grande vulto, com valores superiores a R$ 1 bilhão, também aumentaram, respondendo a 37,3% das negociações concluídas no primeiro semestre de 2010, o maior percentual registrado ao longo da serie do ranking da Anbima, bem superior aos 25% mostrados no mesmo período do ano anterior.
As três maiores operações anunciadas no 1º semestre de 2010 foram, em ordem, a joint-venture entre Shell e Cosan no valor de R$ 11,6 bilhões, a venda de ativos de alumínio da Vale para a Norsk Hydro avaliada em R$ 8,5 bilhões e a aquisição da Bunge pela Vale, com o volume de R$ 7 bilhões.
No entanto, o "Top 3" das fusões e aquisições concluídas tem montante mais modesto, com o Deutsche Bank custando R$ 10,9 milhões, a Estáter com volume de R$ 7,3 milhões e o JP Morgan com volume de R$ 6,5 milhões.