O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, espera um preço em torno de US$ 7 ou US$ 8 para o barril de petróleo que será usado pela União na capitalização da Petrobras.
Segundo ele, um valor próximo a US$ 5 para as reservas do pré-sal da bacia de Santos seria um preço "muito pequeno", enquanto um valor mais perto de US$ 10 "está fora de cogitação, não está na mesa".
A União participará da operação de aumento de capital da Petrobras por meio da chamada cessão onerosa, ou seja, venderá reservas de petróleo à estatal e indiretamente receberá ações da companhia como pagamento.
Um valor de entre US$ 5 e US$ 6 foi citado anteriormente por analistas do setor e por fontes da Petrobras como número mais provável para a operação, com base em estimativas de mercado.
Depois de receber na semana passada a certeza da certificadora Gaffney, Cline & Associates (GCA) de que concluirá a avaliação das reservas no final de agosto, evitando assim um possível novo adiamento na capitalização da estatal, Lima disse que seria bom se com a capitalização o governo aumentasse sua presença no capital da companhia de 32% para aproximadamente 40%.
Segundo ele, eventuais sobras de ações na operação poderiam ser compradas pela União com dinheiro, e não com títulos públicos, que serão usados na parte principal da operação de aumento de capital. "Não está no horizonte do governo entrar só com titulo público. A ideia é entrar com títulos e capital", disse Lima à Reuters nesta terça-feira.
Lima informou que o governo trabalha com uma capitalização avaliada entre US$ 60 e US$ 100 bilhões, "a maior do planeta", e que não vai precisar mais aguardar o resultado da perfuração do poço de Libra para incluí-lo na operação.
Com aproximadamente 1 bilhão de barris a mais do que em Franco, Libra será guardado para o primeiro leilão do pré-sal, assim que for aprovado o novo marco regulatório do setor, introduzindo o regime de partilha de produção.
Lima informou que Franco também deverá ter o seu volume estimado para cima pela certificadora, que já sinalizou que o reservatório contém mais do que os 4,5 bilhões de barris divulgados anteriormente. "Pelo que eu estou percebendo das avaliações, Franco é maior do que os 4,5 (bilhões de barris). Eles devem mudar para mais", disse, referindo-se aos trabalhos de certificação que estão sendo feitos pela GCA, estudos que incluem estimativas para o valor do barril na reserva.
Garantido por lei a mais um ano e meio no cargo, a não ser que renuncie, Lima não soube informar se o governo conseguirá fazer um leilão com áreas fora do pré-sal ainda este ano, o que seria a 11ª rodada da ANP, mas afirmou que pelo menos o edital vai sair ainda em 2010, após as eleições.
Segundo ele, um valor próximo a US$ 5 para as reservas do pré-sal da bacia de Santos seria um preço "muito pequeno", enquanto um valor mais perto de US$ 10 "está fora de cogitação, não está na mesa".
A União participará da operação de aumento de capital da Petrobras por meio da chamada cessão onerosa, ou seja, venderá reservas de petróleo à estatal e indiretamente receberá ações da companhia como pagamento.
Um valor de entre US$ 5 e US$ 6 foi citado anteriormente por analistas do setor e por fontes da Petrobras como número mais provável para a operação, com base em estimativas de mercado.
Depois de receber na semana passada a certeza da certificadora Gaffney, Cline & Associates (GCA) de que concluirá a avaliação das reservas no final de agosto, evitando assim um possível novo adiamento na capitalização da estatal, Lima disse que seria bom se com a capitalização o governo aumentasse sua presença no capital da companhia de 32% para aproximadamente 40%.
Segundo ele, eventuais sobras de ações na operação poderiam ser compradas pela União com dinheiro, e não com títulos públicos, que serão usados na parte principal da operação de aumento de capital. "Não está no horizonte do governo entrar só com titulo público. A ideia é entrar com títulos e capital", disse Lima à Reuters nesta terça-feira.
Lima informou que o governo trabalha com uma capitalização avaliada entre US$ 60 e US$ 100 bilhões, "a maior do planeta", e que não vai precisar mais aguardar o resultado da perfuração do poço de Libra para incluí-lo na operação.
Com aproximadamente 1 bilhão de barris a mais do que em Franco, Libra será guardado para o primeiro leilão do pré-sal, assim que for aprovado o novo marco regulatório do setor, introduzindo o regime de partilha de produção.
Lima informou que Franco também deverá ter o seu volume estimado para cima pela certificadora, que já sinalizou que o reservatório contém mais do que os 4,5 bilhões de barris divulgados anteriormente. "Pelo que eu estou percebendo das avaliações, Franco é maior do que os 4,5 (bilhões de barris). Eles devem mudar para mais", disse, referindo-se aos trabalhos de certificação que estão sendo feitos pela GCA, estudos que incluem estimativas para o valor do barril na reserva.
Garantido por lei a mais um ano e meio no cargo, a não ser que renuncie, Lima não soube informar se o governo conseguirá fazer um leilão com áreas fora do pré-sal ainda este ano, o que seria a 11ª rodada da ANP, mas afirmou que pelo menos o edital vai sair ainda em 2010, após as eleições.