O próximo objetivo que a ação deve buscar é a região dos R$ 27,70, tendo uma resistência forte nos R$ 29,30
Brasil Economico
Na véspera, as ações preferenciais de Petrobras romperam a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) dos R$ 26,50, fechando cotadas a R$ 27, com alta de 1,92%.
Rompido esse patamar, as ações revertem a tendência de baixa que vinham apresentando e agora mostram viés de alta, avalia Leandro Ruschel, sócio da Leandro & Stormer.
"Agora o suporte imediato, que a ação não deve perder para manter o viés positivo, é de R$ 26,35", diz. Suporte é o patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência do papel.
O próximo objetivo que a ação deve buscar é a região dos R$ 27,70, tendo uma resistência forte nos R$ 29,30.
Também na quarta-feira (3/11), o Ibovespa testou a resistência dos 72 mil pontos, mas não a ultrapassou, fechando aos 71.904 pontos.
"Para confirmar a tendência histórica de um quarto trimestre forte para a bolsa, o índice tem que romper essa resistência", diz o grafista. "Hoje (ontem) houve um aumento do volume, mas demonstra indecisão."
Outro índice que está num ponto de indecisão é o Dow Jones, comenta Ruschel. Há duas semanas o índice americano vem testando a máxima do ano dos 11.245, pontos batido em abril deste ano, mas não o supera.
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Na véspera, as ações preferenciais de Petrobras romperam a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) dos R$ 26,50, fechando cotadas a R$ 27, com alta de 1,92%.
Rompido esse patamar, as ações revertem a tendência de baixa que vinham apresentando e agora mostram viés de alta, avalia Leandro Ruschel, sócio da Leandro & Stormer.
"Agora o suporte imediato, que a ação não deve perder para manter o viés positivo, é de R$ 26,35", diz. Suporte é o patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência do papel.
O próximo objetivo que a ação deve buscar é a região dos R$ 27,70, tendo uma resistência forte nos R$ 29,30.
Também na quarta-feira (3/11), o Ibovespa testou a resistência dos 72 mil pontos, mas não a ultrapassou, fechando aos 71.904 pontos.
"Para confirmar a tendência histórica de um quarto trimestre forte para a bolsa, o índice tem que romper essa resistência", diz o grafista. "Hoje (ontem) houve um aumento do volume, mas demonstra indecisão."
Outro índice que está num ponto de indecisão é o Dow Jones, comenta Ruschel. Há duas semanas o índice americano vem testando a máxima do ano dos 11.245, pontos batido em abril deste ano, mas não o supera.