Sílvio Guedes Crespo
A presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, “vai surpreender agradavelmente investidores”, afirmaram os consultores Ian Bremmer e Christopher Garman em artigo publicado no jornal “The New York Times”.
Bremmer é presidente do Eurasia Group, maior consultoria do mundo na área de avaliação de risco político. Garman é o analista da empresa responsável pelos estudos relacionados ao Brasil.
Eles citaram um conjunto de fatores que poderiam causar insegurança nos investidores, como a possibilidade de aumentar a influência do Estado na economia e a dificuldade que a presidente terá para “lutar para reduzir o crescimento dos gastos públicos, a despeito do conselho de seus assessores”.
“Mas, assim como Lula há oito anos, Rousseff e sua equipe vão agradavelmente surpreender investidores de várias formas”, afirma o artigo.
Os autores consideram que há grandes desafios, mas afirmam que “a próxima geração de líderes pode estar mais apta à tarefa do que muitos esperam”.
Eis as surpresas que Dilma pode dar nos investidores, na avaliação da consultoria:
- O governo Lula já compreendeu os benefícios de adotar políticas em consonância com o mercado, na opinião dos autores. Dilma não precisará convencer sua base de que a “inflação baixa é crucial para o sucesso político e econômico do Brasil de hoje”. Isso afastaria o medo de quem espera descontrole da política fiscal e intervenção excessiva do Estado na economia;
- O País está vivendo um forte crescimento de crédito, e “a equipe de Rousseff sabe” que o mercado de capitais precisa de estabilidade;
- “Nós não esperamos reforma trabalhista ou previdenciária, mas Rousseff provavelmente vai pressionar pela reforma tributária – o único grande item que ela pode mover no Congresso”;
- O governo deve fazer pequenas reformas para estimular mais investimentos privados em grandes projetos de infraestrutura, ainda mais porque o País será sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016;
- “Antonio Palocci vai ajudar a nova presidente a definir sua agenda e a construir uma estratégia legislativa”.
A presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, “vai surpreender agradavelmente investidores”, afirmaram os consultores Ian Bremmer e Christopher Garman em artigo publicado no jornal “The New York Times”.
Bremmer é presidente do Eurasia Group, maior consultoria do mundo na área de avaliação de risco político. Garman é o analista da empresa responsável pelos estudos relacionados ao Brasil.
Eles citaram um conjunto de fatores que poderiam causar insegurança nos investidores, como a possibilidade de aumentar a influência do Estado na economia e a dificuldade que a presidente terá para “lutar para reduzir o crescimento dos gastos públicos, a despeito do conselho de seus assessores”.
“Mas, assim como Lula há oito anos, Rousseff e sua equipe vão agradavelmente surpreender investidores de várias formas”, afirma o artigo.
Os autores consideram que há grandes desafios, mas afirmam que “a próxima geração de líderes pode estar mais apta à tarefa do que muitos esperam”.
Eis as surpresas que Dilma pode dar nos investidores, na avaliação da consultoria:
- O governo Lula já compreendeu os benefícios de adotar políticas em consonância com o mercado, na opinião dos autores. Dilma não precisará convencer sua base de que a “inflação baixa é crucial para o sucesso político e econômico do Brasil de hoje”. Isso afastaria o medo de quem espera descontrole da política fiscal e intervenção excessiva do Estado na economia;
- O País está vivendo um forte crescimento de crédito, e “a equipe de Rousseff sabe” que o mercado de capitais precisa de estabilidade;
- “Nós não esperamos reforma trabalhista ou previdenciária, mas Rousseff provavelmente vai pressionar pela reforma tributária – o único grande item que ela pode mover no Congresso”;
- O governo deve fazer pequenas reformas para estimular mais investimentos privados em grandes projetos de infraestrutura, ainda mais porque o País será sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016;
- “Antonio Palocci vai ajudar a nova presidente a definir sua agenda e a construir uma estratégia legislativa”.