Por: Roberta de Matos Vilas Boas
O consumidor não deverá encontrar a mesma facilidade atual para obter crédito e fazer compras com financiamento a longo prazo no próximo ano. Isso é o que prevê o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Domingos Solimeo.
Segundo o economista, isso deverá acontecer devido, principalmente, à inflação e o conseqüente aumento na taxa de juros. Como conseqüência disso, as vendas a prazo deverão cair, o que também irá prejudicar o comércio.
Desaceleração das vendas
Solimeo prevê que a economia brasileira continuará crescendo, mas em um ritmo mais lento. Com isso, ele também acredita que, em 2009, o ritmo das vendas no comércio irá desacelerar.
"A inflação come a renda do consumidor, principalmente das classes mais baixas", afirma. Com os rendimentos comprometidos, o consumo dessas pessoas deverá diminuir e prejudicar o comércio.
Para o economista, os setores mais dependentes do crédito, como os de bens duráveis, deverão sentir mais esses efeitos. "Talvez o setor de veículos tenha mais fôlego, pois a modalidade de leasing consegue diminuir a taxa de juros", considera.
Outro setor que pode enfrentar problemas refere-se aos supermercados, que poderá ver as vendas caírem com a inflação dos alimentos.
Por outro lado, Solimeo considera que um aumento na taxa de juros não provocará um aumento no endividamento dos consumidores que já fez compras a prazo, já que a taxa de juros já é pré-fixada.
O consumidor não deverá encontrar a mesma facilidade atual para obter crédito e fazer compras com financiamento a longo prazo no próximo ano. Isso é o que prevê o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Domingos Solimeo.
Segundo o economista, isso deverá acontecer devido, principalmente, à inflação e o conseqüente aumento na taxa de juros. Como conseqüência disso, as vendas a prazo deverão cair, o que também irá prejudicar o comércio.
Desaceleração das vendas
Solimeo prevê que a economia brasileira continuará crescendo, mas em um ritmo mais lento. Com isso, ele também acredita que, em 2009, o ritmo das vendas no comércio irá desacelerar.
"A inflação come a renda do consumidor, principalmente das classes mais baixas", afirma. Com os rendimentos comprometidos, o consumo dessas pessoas deverá diminuir e prejudicar o comércio.
Para o economista, os setores mais dependentes do crédito, como os de bens duráveis, deverão sentir mais esses efeitos. "Talvez o setor de veículos tenha mais fôlego, pois a modalidade de leasing consegue diminuir a taxa de juros", considera.
Outro setor que pode enfrentar problemas refere-se aos supermercados, que poderá ver as vendas caírem com a inflação dos alimentos.
Por outro lado, Solimeo considera que um aumento na taxa de juros não provocará um aumento no endividamento dos consumidores que já fez compras a prazo, já que a taxa de juros já é pré-fixada.