Por: Flávia Furlan Nunes
Os planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) têm se destacado no segmento de previdência complementar, com crescimento em contribuições muito maior do que o registrado entre os planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).
A explicação dada por executivos do mercado para o fato é o próprio perfil de ambos os planos. No PGBL, existe a possibilidade de deduzir, no Imposto de Renda, as contribuições até o limite de 12% da renda bruta anual. O benefício, por sua vez, atinge apenas quem declara através do formulário completo (possibilita a discriminação das deduções).
"Existem pessoas que não fazem a declaração completa, não pagam imposto, e já partem para o VGBL", explica o diretor da Caixa Vida e Previdência, Juvêncio Braga.
Um complementa o outro
Mas, além de atingir esse público que não tem imposto a pagar, o VGBL também é opção para quem já superou o teto permitido para dedução das contribuições ao PGBL e ainda deseja investir em previdência. "As pessoas de alta renda fazem essa realocação da riqueza", afirmou o diretor da Fenaprevi e presidente da BrasilPrev, Tarcísio Godoy.
O exemplo dado por ele foi o seguinte: uma pessoa que ganha R$ 100 mil por ano vai colocar R$ 12 mil no PGBL, que é passível de dedução e, se quiser investir mais, colocará o restante em um VGBL.
A partir do momento que as contribuições ao PGBL superam 12% da renda bruta anual do investidor, ele pode complementá-las com a compra de um VGBL, que tem como benefício fiscal um imposto menor na hora do resgate do volume.
Previdência
Ainda de acordo com Godoy, existem mais brasileiros investindo nos planos de previdência, por isso eles registram crescimento contínuo em contribuições. "As pessoas já começam a ver vantagens nas taxas menores de gestão e as vantagens tributárias de fazer poupança a longo prazo", explicou.
Últimos dados divulgados pela Fenaprevi mostraram que os planos VGBL somaram contribuições de R$ 7,2 bilhões de janeiro a abril deste ano, ante R$ 5,4 bilhões no mesmo período de 2007, uma alta de 33,22%. Por outro lado, na mesma base comparativa, o PGBL avançou 9,78%: de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,5 bilhão.
O mercado, como um todo, avançou 23% no período analisado, de R$ 8 bilhões para R$ 9,8 bilhões.
Os planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) têm se destacado no segmento de previdência complementar, com crescimento em contribuições muito maior do que o registrado entre os planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).
A explicação dada por executivos do mercado para o fato é o próprio perfil de ambos os planos. No PGBL, existe a possibilidade de deduzir, no Imposto de Renda, as contribuições até o limite de 12% da renda bruta anual. O benefício, por sua vez, atinge apenas quem declara através do formulário completo (possibilita a discriminação das deduções).
"Existem pessoas que não fazem a declaração completa, não pagam imposto, e já partem para o VGBL", explica o diretor da Caixa Vida e Previdência, Juvêncio Braga.
Um complementa o outro
Mas, além de atingir esse público que não tem imposto a pagar, o VGBL também é opção para quem já superou o teto permitido para dedução das contribuições ao PGBL e ainda deseja investir em previdência. "As pessoas de alta renda fazem essa realocação da riqueza", afirmou o diretor da Fenaprevi e presidente da BrasilPrev, Tarcísio Godoy.
O exemplo dado por ele foi o seguinte: uma pessoa que ganha R$ 100 mil por ano vai colocar R$ 12 mil no PGBL, que é passível de dedução e, se quiser investir mais, colocará o restante em um VGBL.
A partir do momento que as contribuições ao PGBL superam 12% da renda bruta anual do investidor, ele pode complementá-las com a compra de um VGBL, que tem como benefício fiscal um imposto menor na hora do resgate do volume.
Previdência
Ainda de acordo com Godoy, existem mais brasileiros investindo nos planos de previdência, por isso eles registram crescimento contínuo em contribuições. "As pessoas já começam a ver vantagens nas taxas menores de gestão e as vantagens tributárias de fazer poupança a longo prazo", explicou.
Últimos dados divulgados pela Fenaprevi mostraram que os planos VGBL somaram contribuições de R$ 7,2 bilhões de janeiro a abril deste ano, ante R$ 5,4 bilhões no mesmo período de 2007, uma alta de 33,22%. Por outro lado, na mesma base comparativa, o PGBL avançou 9,78%: de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,5 bilhão.
O mercado, como um todo, avançou 23% no período analisado, de R$ 8 bilhões para R$ 9,8 bilhões.