Por: Giulia Santos Camillo
No começo do segundo semestre, as perspectivas para o mercado acionário não parecem muito animadoras, principalmente com a previsão de continuidade da volatilidade das bolsas e aumento da aversão ao risco, ao menos no curtíssimo prazo.
Mas a preocupação vai mais além, com expectativas de maiores altas das commodities e elevação do risco inflacionário. Para a corretora Ativa, como a "demanda mundial continua forte e a oferta não se altera tão rapidamente", o mercado pode aguardar novos recordes no preço das commodities.
Os movimentos vistos no início deste mês tendem a confirmar a previsão da corretora. Nesta quinta-feira (3), a cotação internacional do barril de petróleo chegou a ultrapassar a marca dos US$ 145,00 no intraday.
Inflação
Considerando a pressão da cotação internacional dos produtos agrícolas e do petróleo, as projeções dos analistas da Ativa também apontam para a manutenção da forte deterioração do cenário inflacionário.
"O dilema dos BCs, em especial nos países emergentes, é buscar um ajuste na demanda de forma a fazer convergir as expectativas de inflação ao patamar do centro da meta", avalia a corretora.
No começo do segundo semestre, as perspectivas para o mercado acionário não parecem muito animadoras, principalmente com a previsão de continuidade da volatilidade das bolsas e aumento da aversão ao risco, ao menos no curtíssimo prazo.
Mas a preocupação vai mais além, com expectativas de maiores altas das commodities e elevação do risco inflacionário. Para a corretora Ativa, como a "demanda mundial continua forte e a oferta não se altera tão rapidamente", o mercado pode aguardar novos recordes no preço das commodities.
Os movimentos vistos no início deste mês tendem a confirmar a previsão da corretora. Nesta quinta-feira (3), a cotação internacional do barril de petróleo chegou a ultrapassar a marca dos US$ 145,00 no intraday.
Inflação
Considerando a pressão da cotação internacional dos produtos agrícolas e do petróleo, as projeções dos analistas da Ativa também apontam para a manutenção da forte deterioração do cenário inflacionário.
"O dilema dos BCs, em especial nos países emergentes, é buscar um ajuste na demanda de forma a fazer convergir as expectativas de inflação ao patamar do centro da meta", avalia a corretora.