A nova projeção de crescimento para 2009 que o governo enviará ao Congresso deverá conter queda de 0,5 ponto percentual frente aos 5% previstos em abril deste ano no projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).
O motivo é a manobra do governo de sacrificar o ritmo de expansão da economia para conter a inflação crescente. As alterações ocorrem principalmente após a contração da política monetária brasileira para diminuir o consumo.
Projeções alteradas
O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que "o cenário internacional se alterou em relação ao final de 2007. Há os cenários de inflação que foram apresentados pelo próprio Banco Central e isso é levado em consideração pelo Ministério da Fazenda".
"Acho que o crescimento entre 4,5% e 5% é sustentável mesmo com atuais pressões inflacionárias oriundas de choques externos e de eventuais aquecimentos em alguns setores da economia", projetou a autoridade.
Planejamento fiscal
Além das estimativas para o próximo ano, o governo também deverá recalcular outros parâmetros macroeconômicos utilizados na formulação do orçamento, como inflação, juro básico e taxa de câmbio.
A revisão destas variáveis tem como finalidade fornecer aos ministérios da Fazenda e do Planejamento a movimentação dos cofres públicos, projetando as receitas e despesas do orçamento.
Estimativas corretas
Perante a manutenção do centro da meta da inflação de 2009 em 4,5%, com dois pontos percentuais de tolerância, pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), Nelson Barbosa comentou que a projeção é suficiente para absorver choques externos.
O economista também acredita que as medidas adotadas pelo governo para conter a escalada dos preços, principalmente a alta no juro básico, ainda não foram sentidas de forma plena na economia e que o IPCA convergirá para o centro da meta até o final do próximo ano e início de 2010.
O motivo é a manobra do governo de sacrificar o ritmo de expansão da economia para conter a inflação crescente. As alterações ocorrem principalmente após a contração da política monetária brasileira para diminuir o consumo.
Projeções alteradas
O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que "o cenário internacional se alterou em relação ao final de 2007. Há os cenários de inflação que foram apresentados pelo próprio Banco Central e isso é levado em consideração pelo Ministério da Fazenda".
"Acho que o crescimento entre 4,5% e 5% é sustentável mesmo com atuais pressões inflacionárias oriundas de choques externos e de eventuais aquecimentos em alguns setores da economia", projetou a autoridade.
Planejamento fiscal
Além das estimativas para o próximo ano, o governo também deverá recalcular outros parâmetros macroeconômicos utilizados na formulação do orçamento, como inflação, juro básico e taxa de câmbio.
A revisão destas variáveis tem como finalidade fornecer aos ministérios da Fazenda e do Planejamento a movimentação dos cofres públicos, projetando as receitas e despesas do orçamento.
Estimativas corretas
Perante a manutenção do centro da meta da inflação de 2009 em 4,5%, com dois pontos percentuais de tolerância, pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), Nelson Barbosa comentou que a projeção é suficiente para absorver choques externos.
O economista também acredita que as medidas adotadas pelo governo para conter a escalada dos preços, principalmente a alta no juro básico, ainda não foram sentidas de forma plena na economia e que o IPCA convergirá para o centro da meta até o final do próximo ano e início de 2010.