Por: Giulia Santos Camillo
Enquanto os preços do aço continuam a aumentar devido à forte demanda global e alto custo dos insumos, o JPMorgan dá início à cobertura dos papéis preferenciais da Gerdau (GGBR4) com recomendação Overweight (acima da média), com um preço-alvo para dezembro de 2008 de R$ 54 por ação, um upside de 41% frente à cotação de fechamento do último pregão (R$ 38,40).
Ademais, os analistas ressaltam a posição da empresa como top pick entre as companhias do setor na América Latina, dadas as previsões de crescimento e sua forte exposição ao bom momento da indústria siderúrgica.
Preço do aço
Para os analistas do banco, a Gerdau deve se beneficiar do cenário de alto preço do aço devido à sua capacidade adicional de produção (aproximadamente 1,5 milhões de toneladas por ano na Açominas) e ao fato de ser a única produtora na América Latina a possuir capacidade ociosa para acomodar a crescente demanda doméstica.
A previsão da equipe do JPMorgan é de que os preços médios do aço girem em torno de R$ 2.163 por tonelada em 2008 e R$ 2.538 por tonelada em 2009. Baseado nisso, o crescimento da Ebitda (geração operacional de caixa) e do lucro da empresa devem ser respectivamente de 62,4% e 14,2% neste ano e 26,9% e 42,8% em 2009.
Portfólio variado
Na visão do banco, um dos grandes destaques da empresa é a variedade de ativos. "Além do negócio de aço longo, a Gerdau possui outros ativos valiosos negligenciados pelos investidores", ressaltam os analistas, enumerando as recém adquiridas minas de carvão, a posição como segundo maior produtor mundial de aço especial e boa posição na distribuição de aço.
Além disso, o fato da empresa possuir ativos de minério de ferro de alta qualidade e uma boa oferta de sucata também contribuem para sua posição de destaque, reforçada ainda pela Açominas, que, segundo os analistas, "deve ser uma fonte única de crescimento alternativo".
Enquanto os preços do aço continuam a aumentar devido à forte demanda global e alto custo dos insumos, o JPMorgan dá início à cobertura dos papéis preferenciais da Gerdau (GGBR4) com recomendação Overweight (acima da média), com um preço-alvo para dezembro de 2008 de R$ 54 por ação, um upside de 41% frente à cotação de fechamento do último pregão (R$ 38,40).
Ademais, os analistas ressaltam a posição da empresa como top pick entre as companhias do setor na América Latina, dadas as previsões de crescimento e sua forte exposição ao bom momento da indústria siderúrgica.
Preço do aço
Para os analistas do banco, a Gerdau deve se beneficiar do cenário de alto preço do aço devido à sua capacidade adicional de produção (aproximadamente 1,5 milhões de toneladas por ano na Açominas) e ao fato de ser a única produtora na América Latina a possuir capacidade ociosa para acomodar a crescente demanda doméstica.
A previsão da equipe do JPMorgan é de que os preços médios do aço girem em torno de R$ 2.163 por tonelada em 2008 e R$ 2.538 por tonelada em 2009. Baseado nisso, o crescimento da Ebitda (geração operacional de caixa) e do lucro da empresa devem ser respectivamente de 62,4% e 14,2% neste ano e 26,9% e 42,8% em 2009.
Portfólio variado
Na visão do banco, um dos grandes destaques da empresa é a variedade de ativos. "Além do negócio de aço longo, a Gerdau possui outros ativos valiosos negligenciados pelos investidores", ressaltam os analistas, enumerando as recém adquiridas minas de carvão, a posição como segundo maior produtor mundial de aço especial e boa posição na distribuição de aço.
Além disso, o fato da empresa possuir ativos de minério de ferro de alta qualidade e uma boa oferta de sucata também contribuem para sua posição de destaque, reforçada ainda pela Açominas, que, segundo os analistas, "deve ser uma fonte única de crescimento alternativo".