O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou hoje que o preço atual do petróleo no mercado internacional não se sustenta no longo prazo, uma vez que a relação entre oferta e demanda está equilibrada atualmente. "Muito disso é especulação", afirmou, referindo-se aos US$ 110 por barril que o petróleo leve está cotado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex).
Costa defendeu a política de preços da Petrobras - de manutenção do valor do litro do diesel e da gasolina desde 2005 - afirmando que o mercado internacional não é o único parâmetro avaliado para determinar os preços dos combustíveis. "No caso da gasolina temos que olhar o combustível concorrente. Se a gasolina estiver muito cara, o consumidor passa a comprar álcool", disse.
Ele explicou que as exportações de gasolina da Petrobras sofrem deságio em relação ao preço internacional em razão da qualidade e do frete. Costa não quis especificar o porcentual desse deságio.
Comperj
O diretor participou hoje de solenidade junto com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para a assinatura do convênio que garantirá o fornecimento de água tratada às obras de implantação do Comperj (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro). Ele aproveitou a ocasião para anunciar que a Petrobras fechou contrato de R$ 820 milhões com as construtoras Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Odebrecht para terraplenagem da área, em contrato com duração de 11 meses.
Costa defendeu a política de preços da Petrobras - de manutenção do valor do litro do diesel e da gasolina desde 2005 - afirmando que o mercado internacional não é o único parâmetro avaliado para determinar os preços dos combustíveis. "No caso da gasolina temos que olhar o combustível concorrente. Se a gasolina estiver muito cara, o consumidor passa a comprar álcool", disse.
Ele explicou que as exportações de gasolina da Petrobras sofrem deságio em relação ao preço internacional em razão da qualidade e do frete. Costa não quis especificar o porcentual desse deságio.
Comperj
O diretor participou hoje de solenidade junto com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para a assinatura do convênio que garantirá o fornecimento de água tratada às obras de implantação do Comperj (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro). Ele aproveitou a ocasião para anunciar que a Petrobras fechou contrato de R$ 820 milhões com as construtoras Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Odebrecht para terraplenagem da área, em contrato com duração de 11 meses.