Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
Depois da obtenção do investment grade pela Standard & Poor´s, nesta quarta-feira (28) foi a vez da agência canadense de classificação de risco DBRS anunciar a elevação da nota da dívida do Brasil em moeda estrangeira e local para grau de investimento.
A DBRS define-se como uma agência privada de análises, e mesmo não participando da tríade principal das classificadoras, amplia ainda mais a espera acerca de eventuais movimentos da Fitch e da Moody's.
Da nota anterior proferida pela agência canadense, BB+, o Brasil foi elevado para o degrau BBB-, com tendência também alterada, de positiva para estável.
Fundamentos macroeconômicos
De acordo com a instituição, o upgrade deve-se principalmente a fatores como a melhoria das condições brasileiras de crédito, bem como a gestão política e estrutural.
A maior previsibilidade das posições macroeconômicas, além de uma postura mais eficiente na coleta de impostos e na posição brasileira como credor internacional foram os principais pontos citados pela DBRS para fundamentar a elevação do rating.
A manutenção da atual postura governamental nestas questões e extensão para próximos mandatos ainda foi citada como fator fundamental para o cenário ascendente da economia brasileira.
Depois da obtenção do investment grade pela Standard & Poor´s, nesta quarta-feira (28) foi a vez da agência canadense de classificação de risco DBRS anunciar a elevação da nota da dívida do Brasil em moeda estrangeira e local para grau de investimento.
A DBRS define-se como uma agência privada de análises, e mesmo não participando da tríade principal das classificadoras, amplia ainda mais a espera acerca de eventuais movimentos da Fitch e da Moody's.
Da nota anterior proferida pela agência canadense, BB+, o Brasil foi elevado para o degrau BBB-, com tendência também alterada, de positiva para estável.
Fundamentos macroeconômicos
De acordo com a instituição, o upgrade deve-se principalmente a fatores como a melhoria das condições brasileiras de crédito, bem como a gestão política e estrutural.
A maior previsibilidade das posições macroeconômicas, além de uma postura mais eficiente na coleta de impostos e na posição brasileira como credor internacional foram os principais pontos citados pela DBRS para fundamentar a elevação do rating.
A manutenção da atual postura governamental nestas questões e extensão para próximos mandatos ainda foi citada como fator fundamental para o cenário ascendente da economia brasileira.