Por: Rafael de Souza Ribeiro
A renda variável brasileira ainda colhe os frutos do grau de investimento concedido ao Brasil pela agência de risco Standard & Poor's. Prova disto fica para o desempenho das small caps, que mantêm desde então tendência de alta.
O investment grade impulsionou as ações fora do foco, confirmando projeções fundamentalistas para as empresas. O banco de investimentos Merrill Lynch, por exemplo, listou uma série de small caps com grandes potenciais de ganhos ante a elevação do rating do País.
Tendo em vista as expectativas de lucros, especialistas em análise técnica consultados pela InfoMoney também traçam suas projeções para os papéis, utilizando o instrumental dos gráficos.
Marcopolo rumo ao topo
Gustavo Lobo, instrutor da Uniinvest, pede atenção especial para os papéis da Marcopolo (POMO4). Segundo o instrutor, a consolidação da imagem da empresa no mercado internacional e as perspectivas que duplique a produção nos próximos anos garantem os bons fundamentos.
Quanto ao gráfico, Gustavo Lobo salienta que o ativo reverteu uma correção iniciada em fins de 2007 e recentemente rompeu o patamar de R$ 6,50, que fez o papel buscar a casa dos R$ 7,70.
Ante ao avanço, o instrutor da Uniinvest adverte que as consecutivas altas verificadas sugerem uma correção para o curto prazo, o que poderá culminar em um impulso adicional para as ações alcançarem o topo histórico localizado na região dos R$ 9,00.
Inflação não é mau negócio
A alta nos preços dos alimentos no âmbito global faz com que Christian Cayre, analista da CHR Investor, veja um viés positivo para as empresas ligadas ao agro negócio, como Fosfértil (FFTL4) e SLC Agrícola (SLCE3).
Na avaliação de Cayre, mesmo com os avanços dos papéis bem acima do Ibovespa, as perspectivas contribuem para um enorme potencial de ganho.
Para a SLC, o principal objetivo a ser alcançado está próximo de R$ 39,00, enquanto para a Fosfértil o analista prevê que os papéis alcancem a casa dos R$ 118,00.
Resultados não agradam
O recuo de 67% no lucro da Lojas Americanas (LAME4) no primeiro trimestre, pressionado pelos investimento em novas lojas e pela integração da marca Blockbuster, como ressalta Cyre, não garantem boas perspectivas para a varejista.
Segundo o analista da CHR Investor, os papéis da empresa devem voltar para as casa dos R$ 12,00, zerando assim os ganhos auferidos no dia do anúncio do investment grade.
Outra empresa que apresentou desempenho aquém do esperado foi a Porto Seguro (PSSA3), cujo papéis deverão ser impactados diretamente pelo recuo de 54% no lucro líquido trimestral.
Conforme análise de Cyre, as ações da empresa tem grande possibilidade de recuar para o patamar dos R$ 17,00, onde se localiza a cotação mínima.
A renda variável brasileira ainda colhe os frutos do grau de investimento concedido ao Brasil pela agência de risco Standard & Poor's. Prova disto fica para o desempenho das small caps, que mantêm desde então tendência de alta.
O investment grade impulsionou as ações fora do foco, confirmando projeções fundamentalistas para as empresas. O banco de investimentos Merrill Lynch, por exemplo, listou uma série de small caps com grandes potenciais de ganhos ante a elevação do rating do País.
Tendo em vista as expectativas de lucros, especialistas em análise técnica consultados pela InfoMoney também traçam suas projeções para os papéis, utilizando o instrumental dos gráficos.
Marcopolo rumo ao topo
Gustavo Lobo, instrutor da Uniinvest, pede atenção especial para os papéis da Marcopolo (POMO4). Segundo o instrutor, a consolidação da imagem da empresa no mercado internacional e as perspectivas que duplique a produção nos próximos anos garantem os bons fundamentos.
Quanto ao gráfico, Gustavo Lobo salienta que o ativo reverteu uma correção iniciada em fins de 2007 e recentemente rompeu o patamar de R$ 6,50, que fez o papel buscar a casa dos R$ 7,70.
Ante ao avanço, o instrutor da Uniinvest adverte que as consecutivas altas verificadas sugerem uma correção para o curto prazo, o que poderá culminar em um impulso adicional para as ações alcançarem o topo histórico localizado na região dos R$ 9,00.
Inflação não é mau negócio
A alta nos preços dos alimentos no âmbito global faz com que Christian Cayre, analista da CHR Investor, veja um viés positivo para as empresas ligadas ao agro negócio, como Fosfértil (FFTL4) e SLC Agrícola (SLCE3).
Na avaliação de Cayre, mesmo com os avanços dos papéis bem acima do Ibovespa, as perspectivas contribuem para um enorme potencial de ganho.
Para a SLC, o principal objetivo a ser alcançado está próximo de R$ 39,00, enquanto para a Fosfértil o analista prevê que os papéis alcancem a casa dos R$ 118,00.
Resultados não agradam
O recuo de 67% no lucro da Lojas Americanas (LAME4) no primeiro trimestre, pressionado pelos investimento em novas lojas e pela integração da marca Blockbuster, como ressalta Cyre, não garantem boas perspectivas para a varejista.
Segundo o analista da CHR Investor, os papéis da empresa devem voltar para as casa dos R$ 12,00, zerando assim os ganhos auferidos no dia do anúncio do investment grade.
Outra empresa que apresentou desempenho aquém do esperado foi a Porto Seguro (PSSA3), cujo papéis deverão ser impactados diretamente pelo recuo de 54% no lucro líquido trimestral.
Conforme análise de Cyre, as ações da empresa tem grande possibilidade de recuar para o patamar dos R$ 17,00, onde se localiza a cotação mínima.