Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
A escolha do papel ideal a cada investidor passa por diversas premissas, entre avaliação do momento, características setoriais, perspectivas e desempenho recente, entre muitas outras. Mas uma questão parece essencial para os analistas da Merrill Lynch: a projeção de ganhos.
Dentro de uma temporada de divulgação dos resultados, os indicadores operacionais ganham ainda mais importância e também atenção do mercado, entre diversas análises e prévias dos balanços que relacionam as apostas de cada instituição para os próximos períodos.
Para o banco de investimentos norte-americano, é consenso que a expectativa em relação ao lucro futuro das companhias é o principal driver das ações nestes períodos.
E o histórico recente do preço de cada papel, bem como dos ganhos reportados, indica as boas oportunidades da bolsa, ou seja, ativos com projeções de ganhos ainda não precificados.
Exemplo positivo e negativo
Esta análise de históricos recentes da Merrill Lynch na América Latina posicionou cinco ativos brasileiros entre os "contenders" - com perspectiva positiva e recomendação de compra - da região, mas também seis papéis de empresas do País entre os "defenders" - com fraco potencial e, portanto, recomendação de venda.
Este tipo de análise ainda ofereceu um retrato do desempenho dos papéis nos últimos períodos. Neste caso, os analistas citaram a Petrobras como um exemplo positivo do mercado latino-americano, pelos papéis ainda 'baratos' em relação ao potencial de ganhos futuros.
Do Brasil também partiu a referência negativa: as ações da NET. Além do preço considerado alto dos papéis, as perspectivas à empresa relacionam projeções de ganhos abaixo da média do mercado.
"Contenders" X "Defenders"
*= Compra
**= Venda
A escolha do papel ideal a cada investidor passa por diversas premissas, entre avaliação do momento, características setoriais, perspectivas e desempenho recente, entre muitas outras. Mas uma questão parece essencial para os analistas da Merrill Lynch: a projeção de ganhos.
Dentro de uma temporada de divulgação dos resultados, os indicadores operacionais ganham ainda mais importância e também atenção do mercado, entre diversas análises e prévias dos balanços que relacionam as apostas de cada instituição para os próximos períodos.
Para o banco de investimentos norte-americano, é consenso que a expectativa em relação ao lucro futuro das companhias é o principal driver das ações nestes períodos.
E o histórico recente do preço de cada papel, bem como dos ganhos reportados, indica as boas oportunidades da bolsa, ou seja, ativos com projeções de ganhos ainda não precificados.
Exemplo positivo e negativo
Esta análise de históricos recentes da Merrill Lynch na América Latina posicionou cinco ativos brasileiros entre os "contenders" - com perspectiva positiva e recomendação de compra - da região, mas também seis papéis de empresas do País entre os "defenders" - com fraco potencial e, portanto, recomendação de venda.
Este tipo de análise ainda ofereceu um retrato do desempenho dos papéis nos últimos períodos. Neste caso, os analistas citaram a Petrobras como um exemplo positivo do mercado latino-americano, pelos papéis ainda 'baratos' em relação ao potencial de ganhos futuros.
Do Brasil também partiu a referência negativa: as ações da NET. Além do preço considerado alto dos papéis, as perspectivas à empresa relacionam projeções de ganhos abaixo da média do mercado.
"Contenders" X "Defenders"
| Contender* | Código | Setor |
| Vale | VALE5 | mineração |
| Eletropaulo | ELPL6 | energia |
| Petrobras | PETR4 | petróleo e gás |
| Eletrobrás | ELET6 | energia |
| Telemig | TMCP4 | telecom |
| Defender** | Código | Setor |
| NET | NETC4 | telecom |
| TIM | TCSL4 | telecom |
| Ultrapar | UGPA4 | petroquímico |
| Telesp | TLPP4 | telecom |
| Porto Seguro | PSSA3 | financeiro |
| Souza Cruz | CRUZ3 | consumo e varejo |
**= Venda