A resiliência dos mercados emergentes foi novamente foco de discussões, dessa vez durante o 10º Fórum do Mercado Global de Títulos, organizado em conjunto pelo Banco Mundial, FMI (Fundo Monetário Internacional) e a OCDE (Organização para a Cooperação eo Desenvolvimento Econômico).
Jaime Caruana, diretor do Departamento Monetário e de Mercado de Capitais do FMI, ressaltou que essa resistência à crise foi alcançada principalmente devido a melhores políticas econômicas e fiscais, boas posições de liquidez externa, superávits nas contas correntes e forte crescimento.
Mercados emergentes impactados
Por outro lado, embora reconheça a resiliência dos mercados emergentes, outro diretor do fundo, John Lipsky, afirmou que a economia destes países não deve sair ilesa desse período.
O avanço da aversão ao risco e redução da liquidez devido às turbulências nos mercados de capitais globais afetaram os mercados financeiros dos países emergentes através do aumento da volatilidade e dos riscos e redução da emissão de títulos.
Caruana também mostra ressalvas em relação aos impactos negativos da crise nas economias emergentes, indicando vulnerabilidade devido ao aumento do custo de financiamento externo e às possibilidades de haver um retrocesso na fundação de subsidiárias dos bancos nesses países e de quedas nos fluxos de investimento, caso o crescimento desses mercados desacelere.
Os delegados da conferência ainda destacaram que o verdadeiro teste de atratividade dos mercados emergentes será se o dólar ou o ciclo do preço global das commodities mudar.
Papel do FMI
Partindo do pressuposto de que países que possuem mercados de títulos funcionais e de boa liquidez enfrentam melhor os períodos de turbulência, o FMI reafirmou o seu trabalho em ajudar a reduzir o aprofundamento da crise nos mercados de títulos das economias emergentes.
Conforme ressaltado na conferência, o fundo está trabalhando com o objetivo de fortalecer as estruturas de regulamentação e supervisão nos mercados emergentes, inclusive nos segmentos de derivativos e securitização.
Ademais, a ajuda também atinge o mercado de crédito desses países, onde o fundo afirma trabalhar para melhorar o gerenciamento de débito público e desenvolver o mercado como um todo.
Jaime Caruana, diretor do Departamento Monetário e de Mercado de Capitais do FMI, ressaltou que essa resistência à crise foi alcançada principalmente devido a melhores políticas econômicas e fiscais, boas posições de liquidez externa, superávits nas contas correntes e forte crescimento.
Mercados emergentes impactados
Por outro lado, embora reconheça a resiliência dos mercados emergentes, outro diretor do fundo, John Lipsky, afirmou que a economia destes países não deve sair ilesa desse período.
O avanço da aversão ao risco e redução da liquidez devido às turbulências nos mercados de capitais globais afetaram os mercados financeiros dos países emergentes através do aumento da volatilidade e dos riscos e redução da emissão de títulos.
Caruana também mostra ressalvas em relação aos impactos negativos da crise nas economias emergentes, indicando vulnerabilidade devido ao aumento do custo de financiamento externo e às possibilidades de haver um retrocesso na fundação de subsidiárias dos bancos nesses países e de quedas nos fluxos de investimento, caso o crescimento desses mercados desacelere.
Os delegados da conferência ainda destacaram que o verdadeiro teste de atratividade dos mercados emergentes será se o dólar ou o ciclo do preço global das commodities mudar.
Papel do FMI
Partindo do pressuposto de que países que possuem mercados de títulos funcionais e de boa liquidez enfrentam melhor os períodos de turbulência, o FMI reafirmou o seu trabalho em ajudar a reduzir o aprofundamento da crise nos mercados de títulos das economias emergentes.
Conforme ressaltado na conferência, o fundo está trabalhando com o objetivo de fortalecer as estruturas de regulamentação e supervisão nos mercados emergentes, inclusive nos segmentos de derivativos e securitização.
Ademais, a ajuda também atinge o mercado de crédito desses países, onde o fundo afirma trabalhar para melhorar o gerenciamento de débito público e desenvolver o mercado como um todo.