Na mais recente leva de análises sobre impactos da elevação do rating brasileiro a investment grade pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, uma coisa fica clara: um dos setores mais beneficiados será o financeiro.
Basta constatar que a agência também reclassificou os principais bancos brasileiros, com destaque para o aumento da nota de "BBB-" para "BBB" de Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITAU4) e de "BB+" para "BBB-" de Unibanco (UBBR11) e Banco do Brasil (BBSA3).
Bancos de grande porte
Na opinião do analista Victor Galliano, do banco HSBC, "essa reclassificação poderá reduzir, marginalmente, os custos de captação dos maiores bancos brasileiros e minimizar os impactos negativos ocasionados pela maior competição no setor".
Contudo, em seu relatório, Galliano destaca a existência de um risco de desintermediação, que poderia levar grandes empresas a acessarem diretamente o mercado de capitais. Nesse contexto, os bancos poderiam se beneficiar do movimento através das atividades em investimentos.
Bancos médios
No contexto da elevação do rating da dívida soberana do Brasil, também os bancos de médio porte serão beneficiados, principalmente através do maior acesso ao mercado internacional.
Segundo Galliano, isso propiciaria melhores taxas e poderia reduzir a pressão nos spreads de empréstimos dessas instituições.
Basta constatar que a agência também reclassificou os principais bancos brasileiros, com destaque para o aumento da nota de "BBB-" para "BBB" de Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITAU4) e de "BB+" para "BBB-" de Unibanco (UBBR11) e Banco do Brasil (BBSA3).
Bancos de grande porte
Na opinião do analista Victor Galliano, do banco HSBC, "essa reclassificação poderá reduzir, marginalmente, os custos de captação dos maiores bancos brasileiros e minimizar os impactos negativos ocasionados pela maior competição no setor".
Contudo, em seu relatório, Galliano destaca a existência de um risco de desintermediação, que poderia levar grandes empresas a acessarem diretamente o mercado de capitais. Nesse contexto, os bancos poderiam se beneficiar do movimento através das atividades em investimentos.
Bancos médios
No contexto da elevação do rating da dívida soberana do Brasil, também os bancos de médio porte serão beneficiados, principalmente através do maior acesso ao mercado internacional.
Segundo Galliano, isso propiciaria melhores taxas e poderia reduzir a pressão nos spreads de empréstimos dessas instituições.