O Unibanco promoveu uma revisão em suas estratégias de carteira após a conquista do investment grade. Segundo os analistas, o nível alcançado pela economia brasileira é um forte catalisador para o mercado acionário.
A partir do rating concedido pela Standard & Poor's, o País ganha atenção de investidores internacionais, mediante recursos diretos e indiretos, já que existe uma grande garantia simbólica para o capital investido. Além disso, lembra o Unibanco, o custo de financiamento para as empresas no Brasil diminui sensivelmente.
Mudanças na carteira
Pautados na nova classificação do Brasil, os analistas sugerem três revisões para o portfólio:
* Setor financeiro
Elevação de "abaixo da média" para "acima da média", com alocação passando de 10% para 16%. Segundo o banco, as principais instituições financeiras devem apresentar bons resultados e se beneficiar da redução do custo de captação.
* Consumo & varejo
Elevação para "acima da média", pautada em um ambiente futuro de taxas de juro mais baixas e acesso fácil ao capital de giro.
* Papel & celulose
Rebaixado para "média do mercado", já que a valorização do real tende a prejudicar os resultados.
Blue chips, small caps e fusões
A boa performance de empresas ligadas a commodities - como Petrobras e Vale - deve continuar devido aos preços favoráveis para seus produtos e elevada liquidez das ações.
Já os papéis de empresas que possuem menor liquidez mostram grande potencial de recuperação depois do grau de investimento. Nesta categoria, o Unibanco destaca Eternit, Romi, Weg, Tempo, Dasa e Confab.
Por fim, o Unibanco prevê um número maior de fusões e aquisições, porque o fluxo de capitais deve fomentar movimentos de consolidação.
A partir do rating concedido pela Standard & Poor's, o País ganha atenção de investidores internacionais, mediante recursos diretos e indiretos, já que existe uma grande garantia simbólica para o capital investido. Além disso, lembra o Unibanco, o custo de financiamento para as empresas no Brasil diminui sensivelmente.
Mudanças na carteira
Pautados na nova classificação do Brasil, os analistas sugerem três revisões para o portfólio:
* Setor financeiro
Elevação de "abaixo da média" para "acima da média", com alocação passando de 10% para 16%. Segundo o banco, as principais instituições financeiras devem apresentar bons resultados e se beneficiar da redução do custo de captação.
* Consumo & varejo
Elevação para "acima da média", pautada em um ambiente futuro de taxas de juro mais baixas e acesso fácil ao capital de giro.
* Papel & celulose
Rebaixado para "média do mercado", já que a valorização do real tende a prejudicar os resultados.
Blue chips, small caps e fusões
A boa performance de empresas ligadas a commodities - como Petrobras e Vale - deve continuar devido aos preços favoráveis para seus produtos e elevada liquidez das ações.
Já os papéis de empresas que possuem menor liquidez mostram grande potencial de recuperação depois do grau de investimento. Nesta categoria, o Unibanco destaca Eternit, Romi, Weg, Tempo, Dasa e Confab.
Por fim, o Unibanco prevê um número maior de fusões e aquisições, porque o fluxo de capitais deve fomentar movimentos de consolidação.