Por: Nathália A. Terra Pereira
A notícia de venda da participação de 5,89% detida pela Vale (VALE5) no portfólio de ações ordinárias da Usiminas (USIM5) foi bem recebida pelo Unibanco, segundo relatório enviado pelos analistas nesta terça-feira (27).
Na leitura da equipe do banco de investimentos, desde a aquisição realizada pela siderúrgica da JMendes, a posição detida pela Vale no capital da companhia já não era mais tão vantajosa, uma vez que a Usiminas deve alcançar sua auto-suficiência em minério de ferro em 2013.
Ademais, a mineradora vinha tendo cada vez menos poder de influência nas decisões tomadas pela siderúrgica mineira. Prova disso foi a insatisfação pública da Vale com a estratégia corporativa da Usiminas, acusada de ser "pouco agressiva" em seus planos de investimentos.
Desta forma, o Unibanco acredita que os US$ 802 milhões captados pela Vale com a operação - com base na cotação dos papéis ordinários da Usiminas na última segunda-feira - deverá proporcionar à mineradora investir em outras oportunidades que lhe são mais estratégicas.
Positiva também à Usiminas
No mesmo sentido, a notícia também foi considerada pela equipe como positiva à Usiminas, que deve assistir a uma simplificação em sua estrutura acionária e, conseqüentemente, melhorar a eficiência de seus processos de tomada de decisão.
"A venda da participação detida pela Vale também proporciona um melhor alinhamento de interesses às decisões efetuadas pela Usiminas", concluem os analistas do Unibanco.
A notícia de venda da participação de 5,89% detida pela Vale (VALE5) no portfólio de ações ordinárias da Usiminas (USIM5) foi bem recebida pelo Unibanco, segundo relatório enviado pelos analistas nesta terça-feira (27).
Na leitura da equipe do banco de investimentos, desde a aquisição realizada pela siderúrgica da JMendes, a posição detida pela Vale no capital da companhia já não era mais tão vantajosa, uma vez que a Usiminas deve alcançar sua auto-suficiência em minério de ferro em 2013.
Ademais, a mineradora vinha tendo cada vez menos poder de influência nas decisões tomadas pela siderúrgica mineira. Prova disso foi a insatisfação pública da Vale com a estratégia corporativa da Usiminas, acusada de ser "pouco agressiva" em seus planos de investimentos.
Desta forma, o Unibanco acredita que os US$ 802 milhões captados pela Vale com a operação - com base na cotação dos papéis ordinários da Usiminas na última segunda-feira - deverá proporcionar à mineradora investir em outras oportunidades que lhe são mais estratégicas.
Positiva também à Usiminas
No mesmo sentido, a notícia também foi considerada pela equipe como positiva à Usiminas, que deve assistir a uma simplificação em sua estrutura acionária e, conseqüentemente, melhorar a eficiência de seus processos de tomada de decisão.
"A venda da participação detida pela Vale também proporciona um melhor alinhamento de interesses às decisões efetuadas pela Usiminas", concluem os analistas do Unibanco.