Terminou nesta semana o acordo de acionistas da Aracruz, o que vai levar a uma disputa entre a Votorantim e a Suzano pela compra do controle da empresa. Há duas décadas, a Aracruz é regida por um acordo de acionistas entre as famílias Safra e Lorentzen, ao qual a Votorantim aderiu ao comprar uma participação na companhia, em 2001. Quem ganhar a disputa vai se tornar líder mundial absoluto em papel e celulose.
Todas as partes já contrataram bancos de investimentos para assessorá-los no negócio. Por ser acionista da Aracruz, a Votorantim é apontada como favorita por analistas. Os donos da Suzano, no entanto, têm 3 bilhões de reais em caixa após a venda de sua unidade petroquímica para a Petrobras. Mas não é possível descartar que uma terceira empresa – provavelmente um gigante estrangeiro do setor – também possa entrar na disputa. O mais provável é que o negócio seja feito por meio de uma troca de ações e a fusão entre compradora e comprada. Levará a Aracruz a empresa que oferecer uma fatia maior na nova gigante mundial da celulose.
Todas as partes já contrataram bancos de investimentos para assessorá-los no negócio. Por ser acionista da Aracruz, a Votorantim é apontada como favorita por analistas. Os donos da Suzano, no entanto, têm 3 bilhões de reais em caixa após a venda de sua unidade petroquímica para a Petrobras. Mas não é possível descartar que uma terceira empresa – provavelmente um gigante estrangeiro do setor – também possa entrar na disputa. O mais provável é que o negócio seja feito por meio de uma troca de ações e a fusão entre compradora e comprada. Levará a Aracruz a empresa que oferecer uma fatia maior na nova gigante mundial da celulose.