O relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, mostra que o mercado já espera que a inflação fique acima da meta de 4,5% também em 2009. Antes um problema restrito a 2008, o estouro da meta no próximo ano revela que os economistas estão céticos quanto à capacidade do Banco Central de controlar a os preços. A inflação prevista para 2008 é de 5,48%. Para 2009, o índice alcança 4,6%. O principal foco de pressão são os alimentos, que vêm preocupando o mundo desde meados do ano passado. Por isso, segundo o Estado de S.Paulo, alguns analistas já temem inclusive que a inflação estoure o teto da meta, que é de 6,5%. O temor levou o Copom a aumentar em 0,5 ponto percentual a Selic nesta semana. Foi o segundo reajuste consecutivo na taxa básica de juros brasileiras, que agora está em 12,25% ao ano.
Diante desse cenário, a Bovespa viveu uma semana de solavancos. O pregão chegou a ficar abaixo dos 70.000 pontos, recuando para o menor nível desde abril. Além do medo da inflação, os investidores também tiveram de lidar com o sobe-e-desce das commodities, que afetam diretamente as duas maiores blue chips da bolsa brasileira - a Petrobras e a Vale. O presidente do banco central americano Ben Bernanke, também contribuiu para o tumulto, ao dar declarações que desagradaram o mercado.
Diante desse cenário, a Bovespa viveu uma semana de solavancos. O pregão chegou a ficar abaixo dos 70.000 pontos, recuando para o menor nível desde abril. Além do medo da inflação, os investidores também tiveram de lidar com o sobe-e-desce das commodities, que afetam diretamente as duas maiores blue chips da bolsa brasileira - a Petrobras e a Vale. O presidente do banco central americano Ben Bernanke, também contribuiu para o tumulto, ao dar declarações que desagradaram o mercado.