Quase três meses depois de desistir de comprar a mineradora anglo-suíça Xstrata, a Vale voltou a sondar ativos no exterior, segundo afirmaram fontes próximas da empresa. De acordo com estas fontes, para viabilizar seus planos de crescimento, a companhia brasileira prepara uma grande captação no mercado internacional, que giraria em torno de US$ 30 bilhões. A Vale teria como alvo uma lista de companhias de peso e, desta vez, estaria disposta a ser ainda mais agressiva em sua oferta do que na tentativa de negócio com a Xstrata.
As fontes revelaram que a companhia chegou a cogitar na semana passada convocar uma reunião extraordinária do Conselho de Administração para aprovar logo a captação, que daria fôlego financeiro suficiente para a empresa sair às compras. Apesar do ousado plano de investimento de US$ 59 bilhões até 2012, a Vale sempre deixou claro seu desejo de ganhar participação de mercado por meio da compra de outra gigante do setor.
Em evento realizado no último mês de maio no Rio de Janeiro, o presidente da Vale, Roger Agnelli, ressaltou a importância da internacionalização das companhias brasileiras para o desenvolvimento do País. "Não há como fechar os olhos que o futuro do País depende fundamentalmente dos seus empresários se posicionarem lá fora", disse o executivo na ocasião.
A maior compra no setor já feita pela Vale até hoje foi a da canadense Inco, segunda maior produtora de níquel do mundo. Com a compra do ativo, a mineradora brasileira conseguiu diversificar seu portfólio de produtos, que antes era focado basicamente em minério de ferro.Autor: Mônica Ciarelli / Fonte: Agencia Estado
As fontes revelaram que a companhia chegou a cogitar na semana passada convocar uma reunião extraordinária do Conselho de Administração para aprovar logo a captação, que daria fôlego financeiro suficiente para a empresa sair às compras. Apesar do ousado plano de investimento de US$ 59 bilhões até 2012, a Vale sempre deixou claro seu desejo de ganhar participação de mercado por meio da compra de outra gigante do setor.
Em evento realizado no último mês de maio no Rio de Janeiro, o presidente da Vale, Roger Agnelli, ressaltou a importância da internacionalização das companhias brasileiras para o desenvolvimento do País. "Não há como fechar os olhos que o futuro do País depende fundamentalmente dos seus empresários se posicionarem lá fora", disse o executivo na ocasião.
A maior compra no setor já feita pela Vale até hoje foi a da canadense Inco, segunda maior produtora de níquel do mundo. Com a compra do ativo, a mineradora brasileira conseguiu diversificar seu portfólio de produtos, que antes era focado basicamente em minério de ferro.