Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
Um dos maiores destaques da bolsa nos últimos anos, o setor siderúrgico volta a ser alvo de recomendações por parte de analistas após o forte ajuste nos preços dos papéis. Desta vez, a equipe do banco suíço UBS passa a recomendar a compra dos ativos.
Desde o início de agosto, os papéis das empresas cobertas - CSN, Gerdau e Usiminas - sofreram fortes perdas, em resposta ao incremento dos temores de desaceleração do crescimento mundial e fragilidade dos preços de produtos básicos.
Correção
No entanto, a queda abrupta proporcionou a revisão das recomendações dos ativos por vários analistas. No caso do UBS, não foi diferente. "Estamos mais otimistas, com o excessivo movimento de venda das ações. Acreditamos que o perfil de risco/retorno das siderúrgicas brasileiras tenha melhorado", ressaltam os analistas.
Mesmo que no curto prazo haja certo desconforto, as perspectivas de longo termo mantêm-se favoráveis, com a expectativa de que os altos preços do aço, favorecidos pelo crescimento das economias emergentes, continuem a impulsionar a geração de fluxo de caixa.
Confira abaixo a recomendação dos analistas
Entre as três empresas, a preferência do UBS é a Gerdau, em função dos planos estratégicos e de sua execução, considerados superiores, mas ressalta que a possível venda dos ativos em minério de ferro da CSN deverá liberar valor, bem como identifica a Usiminas com um perfil mais defensivo, dada sua exposição ao mercado doméstico.
De acordo com os analistas, os atuais preços equivalem a uma cotação do aço até 35% menor que a atual, cenário considerado improvável mesmo com a desaceleração do consumo, em decorrência da limitação da oferta de produtos siderúrgicos e de insumos.
Um dos maiores destaques da bolsa nos últimos anos, o setor siderúrgico volta a ser alvo de recomendações por parte de analistas após o forte ajuste nos preços dos papéis. Desta vez, a equipe do banco suíço UBS passa a recomendar a compra dos ativos.
Desde o início de agosto, os papéis das empresas cobertas - CSN, Gerdau e Usiminas - sofreram fortes perdas, em resposta ao incremento dos temores de desaceleração do crescimento mundial e fragilidade dos preços de produtos básicos.
Correção
No entanto, a queda abrupta proporcionou a revisão das recomendações dos ativos por vários analistas. No caso do UBS, não foi diferente. "Estamos mais otimistas, com o excessivo movimento de venda das ações. Acreditamos que o perfil de risco/retorno das siderúrgicas brasileiras tenha melhorado", ressaltam os analistas.
Mesmo que no curto prazo haja certo desconforto, as perspectivas de longo termo mantêm-se favoráveis, com a expectativa de que os altos preços do aço, favorecidos pelo crescimento das economias emergentes, continuem a impulsionar a geração de fluxo de caixa.
Confira abaixo a recomendação dos analistas
| Empresa | Preço-alvo | Upside |
| CSN (CSNA3) | R$ 75,00 | 40,42% |
| Gerdau (GGBR4) | R$ 47,50 | 64,93% |
| Usiminas (USIM5) | R$ 83,33 | 51,50% |
Entre as três empresas, a preferência do UBS é a Gerdau, em função dos planos estratégicos e de sua execução, considerados superiores, mas ressalta que a possível venda dos ativos em minério de ferro da CSN deverá liberar valor, bem como identifica a Usiminas com um perfil mais defensivo, dada sua exposição ao mercado doméstico.
De acordo com os analistas, os atuais preços equivalem a uma cotação do aço até 35% menor que a atual, cenário considerado improvável mesmo com a desaceleração do consumo, em decorrência da limitação da oferta de produtos siderúrgicos e de insumos.