Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
A agência de classificação de risco Moody's elevou nesta segunda-feira (11) sua classificação para o setor elétrico brasileiro do nível 4 para o nível 3, em sua escala SER (Suporte do Ambiente Regulatório).
O nível anterior representava o mais baixo de suporte do ambiente regulatório, "ainda em desenvolvimento, com elevado grau de incerteza ou sujeito às alterações significativas", de acordo com a avaliação da Moody's.
Confiança
Quando confere o novo grau, a agência reconhece uma evolução das regras para o setor nos últimos anos, o que aumenta a confiabilidade das empresas quanto à recuperação de custos e manutenção de retornos elevados sobre o capital investido.
Segundo a própria Moody's, a classificação também foi influenciada pela realização do segundo ciclo de revisão tarifária periódica e decisões recentes das autoridades reguladoras, que teriam estabelecido as taxas em nível adequado para um retorno justo sobre os aportes realizados.
Sob revisão
Embora indique ambiente menos incerto, a classificação SER 3 revela inconsistência ou imprevisibilidade na forma como a regulação é realizada, sendo o modelo brasileiro considerado novo e sensível a questões como inflação, depreciação cambial e racionamento de energia.
Deste modo, a Moody's decidiu colocar as seguintes empresas e seus respectivos ratings ainda sob revisão, para uma possível elevação:
A agência de classificação de risco Moody's elevou nesta segunda-feira (11) sua classificação para o setor elétrico brasileiro do nível 4 para o nível 3, em sua escala SER (Suporte do Ambiente Regulatório).
O nível anterior representava o mais baixo de suporte do ambiente regulatório, "ainda em desenvolvimento, com elevado grau de incerteza ou sujeito às alterações significativas", de acordo com a avaliação da Moody's.
Confiança
Quando confere o novo grau, a agência reconhece uma evolução das regras para o setor nos últimos anos, o que aumenta a confiabilidade das empresas quanto à recuperação de custos e manutenção de retornos elevados sobre o capital investido.
Segundo a própria Moody's, a classificação também foi influenciada pela realização do segundo ciclo de revisão tarifária periódica e decisões recentes das autoridades reguladoras, que teriam estabelecido as taxas em nível adequado para um retorno justo sobre os aportes realizados.
Sob revisão
Embora indique ambiente menos incerto, a classificação SER 3 revela inconsistência ou imprevisibilidade na forma como a regulação é realizada, sendo o modelo brasileiro considerado novo e sensível a questões como inflação, depreciação cambial e racionamento de energia.
Deste modo, a Moody's decidiu colocar as seguintes empresas e seus respectivos ratings ainda sob revisão, para uma possível elevação:
- Cemig- Corporate Family Ratings: Ba2 e Aa3.br
- Cemig Distribuicão S.A. - Senior Unsecured Issuer Ratings: Ba2 e Aa3.br
- Cemig Geracão Transmissão S.A. - Senior Unsecured Issuer Ratings: Ba2 e Aa3.br
- Energias do Brasil S.A. - Corporate Family Ratings: Ba2 e Aa3.br
- Bandeirante Energia S.A. - Senior Unsecured Issuer Ratings: Ba2 e Aa3.br
- Escelsa - Senior Unsecured Issuer Ratings: Ba2 e Aa3.br - Unsecured Subordinated Ratings: Ba3 e A2.br
- Copel - Corporate Family Ratings: Ba2 e Aa2.br - Senior Secured Ratings: Ba1 e Aa1.br
- RGE - Senior Unsecured Ratings: Ba2 e Aa2.br
- Geracão Paranapanema - Corporate Family Ratings: Ba2 e A1.br
- Energisa - Corporate Family Ratings: Ba3 e A3.br; Guaranteed Notes Units emitidas por Energisa Sergipe e Energisa Paraiba: Rating Ba3