Por: Giulia Santos Camillo
Uma chave para o sucesso. É assim que a gestora de recursos Franklin Templeton Investments caracteriza a alocação de ativos, uma estratégia de investimento que tem como objetivo balancear retorno esperado e níveis aceitáveis de risco. Proposta alinhada à teoria da carteira, definida formalmente por Harry Markowitz, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 1990.
De acordo com a Franklin Templeton, uma alocação de ativos apropriada é mais importante para retornos de longo prazo do que escolhas de investimento específicas. "Esta estratégia funciona porque essas diferentes categorias de ativos [ações, títulos, imóveis, moeda] se comportam de forma diferente", explica a gestora.
Por exemplo, enquanto as ações oferecem potencial de renda e crescimento, títulos normalmente oferecem renda e estabilidade. "Os benefícios de diferentes categorias podem ser combinados em um portfólio com um nível de risco que você ache aceitável", completa. A lógica da estratégia é combinar ativos complementares, de forma a reduzir o risco.
Escolhendo estratégias
Antes de escolher uma alocação, porém, é necessário estabelecer claramente os objetivos, o horizonte de investimento e o risco que cada um aceita correr. Em seu relatório, a Franklin Templeton traça dois perfis de investimento como exemplos.
Para os que estão próximos da aposentadoria - ou já se aposentaram -, a idéia provavelmente é enfatizar renda e estabilidade, portanto moedas e títulos. "Mas não despreze as ações, porque você precisa acompanhar a inflação", recomenda a instituição.
Já no caso dos investidores de longo prazo, que, por exemplo, não precisarão do dinheiro por 25 anos, a sugestão seria investir 100% em ações. Cabe lembrar, contudo, que esse tipo de investimento requer diversificação da carteira e não apenas ações de uma empresa - por melhor que ela seja.
"Depois que as porcentagens de alocação estiveram decididas para as categorias gerais, você pode levar a alocação de ativos a um nível posterior diversificando entre classes dentro da mesma categoria", indica a Franklin Templeton.
Retornos maiores
De acordo com a gestora de recursos, uma comparação de diferentes estratégias de investimento nos últimos 25 anos sugere que investir em diferentes categorias de ativos resulta em retornos mais altos do que escolher categorias baseadas em sua performance anterior.
"Pesquisas descobriram que mais de 90% do retorno total de um portfólio de longo prazo resulta de estar posicionado na categoria de ativos certa na hora certa", informa a Franklin Templeton. Porém, como isso é imprevisível, faz sentido dividir os investimentos entre diversas categorias.
Entretanto, a gestora pede atenção: adotar uma alocação de ativos pode eliminar grande parte das decisões de investimento cotidianas, mas não deve ser esquecida. "Rever, monitorar e rebalancear regularmente sua alocação é uma boa idéia", concluem os analistas.
Uma chave para o sucesso. É assim que a gestora de recursos Franklin Templeton Investments caracteriza a alocação de ativos, uma estratégia de investimento que tem como objetivo balancear retorno esperado e níveis aceitáveis de risco. Proposta alinhada à teoria da carteira, definida formalmente por Harry Markowitz, ganhador do prêmio Nobel de Economia em 1990.
De acordo com a Franklin Templeton, uma alocação de ativos apropriada é mais importante para retornos de longo prazo do que escolhas de investimento específicas. "Esta estratégia funciona porque essas diferentes categorias de ativos [ações, títulos, imóveis, moeda] se comportam de forma diferente", explica a gestora.
Por exemplo, enquanto as ações oferecem potencial de renda e crescimento, títulos normalmente oferecem renda e estabilidade. "Os benefícios de diferentes categorias podem ser combinados em um portfólio com um nível de risco que você ache aceitável", completa. A lógica da estratégia é combinar ativos complementares, de forma a reduzir o risco.
Escolhendo estratégias
Antes de escolher uma alocação, porém, é necessário estabelecer claramente os objetivos, o horizonte de investimento e o risco que cada um aceita correr. Em seu relatório, a Franklin Templeton traça dois perfis de investimento como exemplos.
Para os que estão próximos da aposentadoria - ou já se aposentaram -, a idéia provavelmente é enfatizar renda e estabilidade, portanto moedas e títulos. "Mas não despreze as ações, porque você precisa acompanhar a inflação", recomenda a instituição.
Já no caso dos investidores de longo prazo, que, por exemplo, não precisarão do dinheiro por 25 anos, a sugestão seria investir 100% em ações. Cabe lembrar, contudo, que esse tipo de investimento requer diversificação da carteira e não apenas ações de uma empresa - por melhor que ela seja.
"Depois que as porcentagens de alocação estiveram decididas para as categorias gerais, você pode levar a alocação de ativos a um nível posterior diversificando entre classes dentro da mesma categoria", indica a Franklin Templeton.
Retornos maiores
De acordo com a gestora de recursos, uma comparação de diferentes estratégias de investimento nos últimos 25 anos sugere que investir em diferentes categorias de ativos resulta em retornos mais altos do que escolher categorias baseadas em sua performance anterior.
"Pesquisas descobriram que mais de 90% do retorno total de um portfólio de longo prazo resulta de estar posicionado na categoria de ativos certa na hora certa", informa a Franklin Templeton. Porém, como isso é imprevisível, faz sentido dividir os investimentos entre diversas categorias.
Entretanto, a gestora pede atenção: adotar uma alocação de ativos pode eliminar grande parte das decisões de investimento cotidianas, mas não deve ser esquecida. "Rever, monitorar e rebalancear regularmente sua alocação é uma boa idéia", concluem os analistas.