Por: Flávia Furlan Nunes
O ministro da Previdência, José Pimentel, afirmou que, se a economia crescer 4% em 2009, o déficit nas contas da Previdência Social deve ser zerado já em 2010.
Apesar da crise financeira global, ele afirmou que o cenário para o próximo ano é "muito bom" e afastou a possibilidade de queda nas contribuições para a Previdência, que está no vermelho na modalidade urbana desde 1985.
"O mercado nacional continua crescendo bem, continua aquecido e temos dois setores que são muito importantes para a geração de empregos e para a Previdência Social: a agricultura, que já está planejada e estruturada para enfrentar a crise, e a construção civil", afirmou. "A construção vai ter que crescer no mínimo 10% em 2009, para dar conta da demanda que está posta".
A demanda a que o ministro se refere diz respeito ao convênio firmado entre o governo e a Caixa Econômica Federal, que tem como objetivo facilitar a compra da casa própria por servidores públicos federais.
Modalidade rural
Os trabalhadores rurais não contribuem para a Previdência Social, uma vez que a Constituição Federal determina que a aposentadoria na modalidade deve ser subsidiária.
"De 2006 para cá, temos tido uma redução significativa do déficit da Previdência. Isso é resultado de três grandes ações: o crescimento econômico, a formalização dos contratos de trabalho e uma boa gestão combatendo as fraudes e o desperdício", afirmou o ministro, de acordo com a Agência Brasil.
Para este ano, o ministro prevê um déficit de R$ 37 bilhões da Previdência Social, R$ 7 bilhões a menos do que o montante que era esperado para o período.
O ministro da Previdência, José Pimentel, afirmou que, se a economia crescer 4% em 2009, o déficit nas contas da Previdência Social deve ser zerado já em 2010.
Apesar da crise financeira global, ele afirmou que o cenário para o próximo ano é "muito bom" e afastou a possibilidade de queda nas contribuições para a Previdência, que está no vermelho na modalidade urbana desde 1985.
"O mercado nacional continua crescendo bem, continua aquecido e temos dois setores que são muito importantes para a geração de empregos e para a Previdência Social: a agricultura, que já está planejada e estruturada para enfrentar a crise, e a construção civil", afirmou. "A construção vai ter que crescer no mínimo 10% em 2009, para dar conta da demanda que está posta".
A demanda a que o ministro se refere diz respeito ao convênio firmado entre o governo e a Caixa Econômica Federal, que tem como objetivo facilitar a compra da casa própria por servidores públicos federais.
Modalidade rural
Os trabalhadores rurais não contribuem para a Previdência Social, uma vez que a Constituição Federal determina que a aposentadoria na modalidade deve ser subsidiária.
"De 2006 para cá, temos tido uma redução significativa do déficit da Previdência. Isso é resultado de três grandes ações: o crescimento econômico, a formalização dos contratos de trabalho e uma boa gestão combatendo as fraudes e o desperdício", afirmou o ministro, de acordo com a Agência Brasil.
Para este ano, o ministro prevê um déficit de R$ 37 bilhões da Previdência Social, R$ 7 bilhões a menos do que o montante que era esperado para o período.