"A relativa resistência da economia dos EUA era uma surpresa positiva frente a todas as más notícias. Dada a severidade dos eventos recentes, no entanto, agora acreditamos que a economia está em recessão e a recuperação será lenta no ano que vem".
A afirmação - datada de 10 de outubro - é de Bob Doll, vice-presidente e atual diretor da BlackRock, e marca, no olhar do executivo, o início do processo recessivo norte-americano. Passaram-se dez semanas da previsão nada otimista e, conforme análise da gestora de fundos, outras oito serão necessárias para melhora do quadro crítico por qual passa a maior economia do mundo, cujo teor inclui pressões deflacionárias e contração do PIB (Produto Interno Bruto).
Rali a caminho?
Se a economia real sofre atualmente as conseqüências das célebres hipotecas de alto risco, o mercado acionário engatinha para uma provável retomada. Partindo da premissa de que os investidores não vêem, pelo menos nas últimas sessões, seus ativos derreterem de forma tão intensa no mercado de capitais, Doll afirma que o estacionamento das perdas pode indicar que uma recuperação encontra-se cada vez mais próxima.
"Nosso sentido aponta para que estamos chegando perto deste ambiente [de recuperação], e podemos enxergar o desenvolvimento de um rali durante 2009, atrelado à continuidade da política agressiva estimuladora do crescimento econômico", conclui o vice-presidente da BlackRock, acreditando na iminência da retomada.
A afirmação - datada de 10 de outubro - é de Bob Doll, vice-presidente e atual diretor da BlackRock, e marca, no olhar do executivo, o início do processo recessivo norte-americano. Passaram-se dez semanas da previsão nada otimista e, conforme análise da gestora de fundos, outras oito serão necessárias para melhora do quadro crítico por qual passa a maior economia do mundo, cujo teor inclui pressões deflacionárias e contração do PIB (Produto Interno Bruto).
Rali a caminho?
Se a economia real sofre atualmente as conseqüências das célebres hipotecas de alto risco, o mercado acionário engatinha para uma provável retomada. Partindo da premissa de que os investidores não vêem, pelo menos nas últimas sessões, seus ativos derreterem de forma tão intensa no mercado de capitais, Doll afirma que o estacionamento das perdas pode indicar que uma recuperação encontra-se cada vez mais próxima.
"Nosso sentido aponta para que estamos chegando perto deste ambiente [de recuperação], e podemos enxergar o desenvolvimento de um rali durante 2009, atrelado à continuidade da política agressiva estimuladora do crescimento econômico", conclui o vice-presidente da BlackRock, acreditando na iminência da retomada.