Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
A semana começa com outra perspectiva para as montadoras. Cresce a esperança de aprovação do pacote de resgate ao trio de Detroit pelo Congresso norte-americano, enquanto o noticiário sustenta uma tarde de expressivos ganhos às ações de GM e Ford.
No final de semana, o presidente eleito Barack Obama voltou a manifestar apoio ao setor. As palavras de Obama soaram para o mercado como pressão para o Congresso anunciar alguma medida de resgate enquanto o fim da linha se aproxima para estas empresas.
As declarações de Obama parecem ter surtido efeito. No começo da tarde desta segunda-feira (8), o partidário Brian Frank afirmou que o Congresso e a Casa Branca já acertaram um meio de resgate ao setor, que tem tudo para ser oficializado até o final desta semana.
De acordo com Frank, o acordo seria para o aporte de US$ 15 bilhões para GM, Chrysler e Ford sobreviverem até março de 2009, enquanto as autoridades nacionais e a alta cúpula destas empresas traçam uma estratégia de longo prazo para o setor.
Sindicato na mesa de diretores
Apesar de sugerir apoio ao trio de Detroit, Obama defendeu que alguns executivos da alta cúpula de GM, Chrysler e Ford devem deixar seus postos. Segundo o presidente eleito, a atual situação destas montadoras se deve em muito pela persistência de seus executivos em manter uma estratégia errada para o futuro.
A união dos trabalhadores do setor, que havia abdicado na semana passada de seguros-saúde e aceitado o atraso no pagamento de salários, voltou a se manifestar. Segundo noticiado na mídia internacional, o sindicato agora quer uma cadeira no controle das companhias.
A idéia da união dos trabalhadores é trocar esta participação pela injeção de recursos, que seria feita através da aquisição de ativos das empresas.
A semana começa com outra perspectiva para as montadoras. Cresce a esperança de aprovação do pacote de resgate ao trio de Detroit pelo Congresso norte-americano, enquanto o noticiário sustenta uma tarde de expressivos ganhos às ações de GM e Ford.
No final de semana, o presidente eleito Barack Obama voltou a manifestar apoio ao setor. As palavras de Obama soaram para o mercado como pressão para o Congresso anunciar alguma medida de resgate enquanto o fim da linha se aproxima para estas empresas.
As declarações de Obama parecem ter surtido efeito. No começo da tarde desta segunda-feira (8), o partidário Brian Frank afirmou que o Congresso e a Casa Branca já acertaram um meio de resgate ao setor, que tem tudo para ser oficializado até o final desta semana.
De acordo com Frank, o acordo seria para o aporte de US$ 15 bilhões para GM, Chrysler e Ford sobreviverem até março de 2009, enquanto as autoridades nacionais e a alta cúpula destas empresas traçam uma estratégia de longo prazo para o setor.
Sindicato na mesa de diretores
Apesar de sugerir apoio ao trio de Detroit, Obama defendeu que alguns executivos da alta cúpula de GM, Chrysler e Ford devem deixar seus postos. Segundo o presidente eleito, a atual situação destas montadoras se deve em muito pela persistência de seus executivos em manter uma estratégia errada para o futuro.
A união dos trabalhadores do setor, que havia abdicado na semana passada de seguros-saúde e aceitado o atraso no pagamento de salários, voltou a se manifestar. Segundo noticiado na mídia internacional, o sindicato agora quer uma cadeira no controle das companhias.
A idéia da união dos trabalhadores é trocar esta participação pela injeção de recursos, que seria feita através da aquisição de ativos das empresas.