Pesquisa elaborada pela consultoria Economatica mostra que 122 empresas latino-americanas e norte-americanas listadas em bolsa perderam nos últimos doze meses mais de 80% de seu valor de mercado medido em dólares.
As 122 companhias se descolaram negativamente do desempenho das 1.888 empresas estudadas pelos analistas. Em números absolutos, o valor total de mercado das primeiras encerrou 2008 em US$ 115,6 bilhões, contra US$ 978,6 bilhões do fim de 2007. A queda representa uma retração de 88,2%.
Os EUA são o país com o maior número de companhias entre o grupo com queda superior a 80%, com 59 empresas que no final de 2007 valiam US$ 907,1 bilhões frente aos US$ 106,1 bilhões ao fim de 2008 - baixa acumulada de 88,2% .
Topo das perdas
Aliás, a norte-americana IDEARC, que publica páginas amarelas, teve o pior desempenho, perdendo 99,9% de seu valor de mercado e fechando o capital em novembro. Em segundo lugar, ficou a baixa de 99,7% do Lehman Brothers, que também fechou capital em setembro.
Entre as latino-americanas, a mais castigada foi a brasileira Agrenco (AGEN11), que perdeu 98,3% de seu valor de mercado.
Em números absolutos, o caso mais grave foi o da seguradora AIG, que fechou 2008 com perdas de US$ 143,6 bilhões, equivalente a 97,1%.
As 122 companhias se descolaram negativamente do desempenho das 1.888 empresas estudadas pelos analistas. Em números absolutos, o valor total de mercado das primeiras encerrou 2008 em US$ 115,6 bilhões, contra US$ 978,6 bilhões do fim de 2007. A queda representa uma retração de 88,2%.
Os EUA são o país com o maior número de companhias entre o grupo com queda superior a 80%, com 59 empresas que no final de 2007 valiam US$ 907,1 bilhões frente aos US$ 106,1 bilhões ao fim de 2008 - baixa acumulada de 88,2% .
Topo das perdas
Aliás, a norte-americana IDEARC, que publica páginas amarelas, teve o pior desempenho, perdendo 99,9% de seu valor de mercado e fechando o capital em novembro. Em segundo lugar, ficou a baixa de 99,7% do Lehman Brothers, que também fechou capital em setembro.
Entre as latino-americanas, a mais castigada foi a brasileira Agrenco (AGEN11), que perdeu 98,3% de seu valor de mercado.
Em números absolutos, o caso mais grave foi o da seguradora AIG, que fechou 2008 com perdas de US$ 143,6 bilhões, equivalente a 97,1%.