Para os analistas do Bradesco, o aporte de capital da Chinalco na Rio Tinto pode trazer impacto negativo para as companhias mineradoras brasileiras, como a Vale (VALE5) e a MMX Mineração (MMXM3).
A Rio Tinto acertou com a Aluminum Corporation of China (Chinalco) para receber um aporte bilionário de capital, tendo em vista reforçar a sua posição financeira encorpando o seu caixa para fazer frente as suas obrigações.
Recomendações
Para o Bradesco, essa operação representa um risco potencial para as empresas brasileiras no segmento de mineração, uma vez que poderá possibilitar a entrada de companhias chinesas no segmento de minério de ferro no segundo maior conglomerado do setor.
Além disso, os analistas sugerem uma troca parcial de exposição à Usiminas (USIM5) para outras do setor, e como a Gerdau está passando por uma difícil situação devido às suas operações nos Estados Unidos, como escolha resta a Vale e CSN (CSNA3), recomendando cautela aos investidores.
A Rio Tinto acertou com a Aluminum Corporation of China (Chinalco) para receber um aporte bilionário de capital, tendo em vista reforçar a sua posição financeira encorpando o seu caixa para fazer frente as suas obrigações.
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Para o Bradesco, essa operação representa um risco potencial para as empresas brasileiras no segmento de mineração, uma vez que poderá possibilitar a entrada de companhias chinesas no segmento de minério de ferro no segundo maior conglomerado do setor.
Além disso, os analistas sugerem uma troca parcial de exposição à Usiminas (USIM5) para outras do setor, e como a Gerdau está passando por uma difícil situação devido às suas operações nos Estados Unidos, como escolha resta a Vale e CSN (CSNA3), recomendando cautela aos investidores.