Por: Valter Outeiro da Silveira
O FMI (Fundo Monetário Internacional) terá acesso a uma linha de crédito de US$ 600 bilhões, a fim de realizar empréstimos para países com dificuldades durante crises financeiras.
O acordo ainda necessita de aprovação da diretoria do fundo internacional e incluirá até 13 membros aos atuais 26 credores do FMI. Dentre os países debutantes, destaque para os membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
Multilateral
Para Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral da instituição internacional, a decisão "marca um momento importante para o fundo se tornar mais multilateral", além de prover liquidez à instituição.
A linha especial de crédito vai ao encontro do compromisso firmado na última reunião do G-20, na qual os líderes dos vinte maiores países do mundo se comprometeram a contribuir com US$ 500 bilhões para o FMI.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) terá acesso a uma linha de crédito de US$ 600 bilhões, a fim de realizar empréstimos para países com dificuldades durante crises financeiras.
O acordo ainda necessita de aprovação da diretoria do fundo internacional e incluirá até 13 membros aos atuais 26 credores do FMI. Dentre os países debutantes, destaque para os membros do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
Multilateral
Para Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral da instituição internacional, a decisão "marca um momento importante para o fundo se tornar mais multilateral", além de prover liquidez à instituição.
A linha especial de crédito vai ao encontro do compromisso firmado na última reunião do G-20, na qual os líderes dos vinte maiores países do mundo se comprometeram a contribuir com US$ 500 bilhões para o FMI.