Autor(es): Agencia o Globo
O Globo
BC espera forte entrada para oferta da Petrobras
Com mais apetite na ida ao mercado de câmbio em agosto, o Banco Central (BC) está pautando a atual compra de dólares pela expectativa de enxurrada futura com a capitalização da Petrobras. Com a previsão de entrada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões com a operação, prevista para até o fim de setembro, o mercado está se antecipando e vendendo moeda, contribuindo para a baixa cotação.
Muitas vezes, o mercado trabalha olhando para frente, com expectativas futuras, e o BC também afirmou o diretor de Política Monetária da instituição, Aldo Mendes.
Entre os dias 2 e 6, as compras do BC incrementaram as reservas internacionais hoje próximas dos US$ 260 bilhões em US$ 1,151 bilhão. Mendes divulgou ontem que as reservas em 2009 chegaram a US$ 239,05 bilhões. A rentabilidade ficou em 0,83% no ano passado, muito inferior aos ganhos médios de 5,61% obtidos entre 2002 e 2009. Isso ocorreu porque o BC optou por investir em ativos com prazos mais curtos, para diminuir os riscos no momento de crise.
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BC espera forte entrada para oferta da Petrobras
Com mais apetite na ida ao mercado de câmbio em agosto, o Banco Central (BC) está pautando a atual compra de dólares pela expectativa de enxurrada futura com a capitalização da Petrobras. Com a previsão de entrada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões com a operação, prevista para até o fim de setembro, o mercado está se antecipando e vendendo moeda, contribuindo para a baixa cotação.
Muitas vezes, o mercado trabalha olhando para frente, com expectativas futuras, e o BC também afirmou o diretor de Política Monetária da instituição, Aldo Mendes.
Entre os dias 2 e 6, as compras do BC incrementaram as reservas internacionais hoje próximas dos US$ 260 bilhões em US$ 1,151 bilhão. Mendes divulgou ontem que as reservas em 2009 chegaram a US$ 239,05 bilhões. A rentabilidade ficou em 0,83% no ano passado, muito inferior aos ganhos médios de 5,61% obtidos entre 2002 e 2009. Isso ocorreu porque o BC optou por investir em ativos com prazos mais curtos, para diminuir os riscos no momento de crise.